quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Falta de memória? Poxa, esqueci!


 
            Se formos analisar direitinho chegamos à conclusão de que nossa memória é fraca, contudo, não é bem isso ela é mal treinada. E na maioria das vezes só guarda alguns fatos que julgamos ser relevantes. Você é aquela pessoa que costuma esquecer onde deixou as chaves, o celular, ou a carteira? Isso acontece mais que uma vez por dia? Ainda há aqueles que já estando no carro voltam para casa para verificar se trancou ou não a porta, se deixou a televisão ligada, se isso, se aquilo, etc.

Em relação a nossa vida cristã também somos esquecidos. Quantas vezes ouvimos as pessoas dizerem que se esqueceram de rezar, esqueceram o horário da Missa, esqueceram esse ou aquele compromisso. Risos. Existem agendas, papeis onde nós podemos anotador os compromissos que serão importantes para a nossa vida. Utilize os meios que você tem ao seu dispor para melhor organizara a sua vida.

Neste tempo da era digital temos ainda celulares com agendas que nos avisam dos nossos compromissos, tablets, etc. Porque não usar estas coisas á nosso favor?

Sabe por que quero chamar a sua atenção para estes assuntos? Digo: é por que estamos esquecendo-nos de compromissos assumidos na paróquia que não nos custaria nenhum centavo, apenas a boa vontade de assumi-los como nossa obrigação.
 

Primeiro: Nota Fiscal Paulista – trazer para a Igreja a nota fiscal de sua compra, pois para você ela pode não valer nada, mas para as nossas meninas do Asilo São Vicente de Paulo, essas notas fazem uma grande diferença.
 
 
 Segundo: Reciclagem do óleo usado – basta lembrar-se de recolher o óleo utilizado numa garrafa pet e leva-lo a uma de nossas capelas, pois este ato trará um duplo benefício: estamos realizando um ato de amor pelo planeta, pois não estaremos jogando no ralo da pia algo que contamina os lenções freáticos (de onde sai a nossa água de beber) e, ainda, estaremos ajudando nos projetos da Caritas Diocesana, pois o óleo arrecadado é vendido e o dinheiro empregado em projetos que ajudam os menos favorecidos.
 
Está vendo como é bom ter uma boa memória? Podemos fazer o bem a um grande número de pessoas. Então, a partir de agora nada de esquecimento. Estarei sempre me recordando de você e do seu gesto de amor nas minhas orações.


 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Dízimo


 
Quero colocar neste espaço este depoimento sobre a fé e o dízimo já publicada no jornal Ágape, mas que mostra a confiança de uma irmã que nos escreveu contando um pouco da sua história.

... A sua bênção padre, quero partilhar com alegria um dos inúmeros milagres que Deus me concedeu. No começo do ano estava muito endividada e recorri a duas pessoas que pensei: “Vão me ajudar”! Mas ao contrário um disse não e a outra me humilhou. Naquela noite cheguei em casa e me ajoelhei, orei, chorei muito e dormi abraçada a Cruz de Cristo. Quando acordei a única ordem era: “eu vou te dar exatamente o que precisar, não faltará e nem sobrará, confie em mim”!

Padre foram seis meses sem nem mesmo olhar o extrato bancário ou comprar qualquer coisa que não fosse de extrema necessidade. Muitos domingos comíamos ovo e com alegria agradecíamos! A casa que eu iria perder, foi quita é hoje é nossa e um trabalho que eu tentava finalizar há três anos, graças a Deus consegui. Hoje recebi um prêmio pelo serviço entregue e devolvo a parte que é de Deus em louvor e agradecimento.

Muito mais do que as dívidas quitadas ou o prêmio recebido é a certeza de que Deus não deixa faltar nada para aqueles que n’Ele confiam. Obrigada Senhor.

 
Deus continue abençoando esta nossa irmã e sua família, assim como todas as famílias de nossa paróquia. Obrigado aos nossos dizimistas que fazem a diferença todos os meses.

 

DÚVIDAS: CRUZ CELTA

A Cruz Celta é actualmente uma das mais destacadas expressões de esperança e fé cristã por toda a Europa, e um pouco pelo mundo, embora se trate de um símbolo de origem pagã, com mais de 4000 anos de existência.

É referenciada nas tradições espirituais dos budistas e dos índios americanos, estando a sua origem associada aos rituais célticos do culto de Bran, “o Abençoado”, representado pelo sol.

Diz a lenda que, quando os primeiros invasores nórdicos e germânicos atingiram as regiões célticas, ocorreu uma terrível batalha, durante a qual Bran pereceu para salvar o seu povo.

Antes de morrer, terá pedido aos seus soldados que lhe cortassem a cabeça e a colocassem nom local de onde pudesse ver a chegada do inimigo e lutar contra ele.

Com a chegada do cristianismo e a conversão das primeiras regiões célticas, os celtas católicos deixaram para trás as querelas entre clãs, dedicando-se sobretudo à luta religiosa.

Passaram a misturar o simbolismo do seu deus pagão com a cruz católica, dando origem à cruz celta.

Esta é geralmente adornada com símbolos tipicamente célticos, como cavalos, dragões e veados.

É também conhecida como Cruz das Escrituras ou Cruz Solar, encontrando-se frequentemente talhada em pedra com os seus adornos entrelaçados.

O simbolismo essencial da cruz é a ligação entre a Terra e o Céu.

O braço vertical diz respeito ao mundo celestial e o horizontal representa o material.

É do ponto de encontro que emana o halo da Unificação, que dá o sentido de unidade e de Todo.

HÉLDER GONÇALVES

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Bento XVI: A falta de fé gera crises no matrimônio.

Vaticano, 26 Jan. 13 / 02:46 pm (ACI/EWTN Noticias).-
 
Em seu discurso de sábado pela manhã aos membros do Tribunal da Rota Romana, o mais alto tribunal eclesiástico da Santa Sé, o Papa Bento XVI assinalou que “a carência de fé pode ferir os bens do matrimônio: procriação, fidelidade conjugal e indissolubilidade”.
 
O Santo Padre sublinhou que a atual crise de fé ocasiona uma crise na união conjugal, acrescentando que o rechaço da proposta de Deus leva a um profundo desequilíbrio em todas as relações humanas.
O “acentuado subjetivismo e relativismo ético e religioso” da cultura contemporânea impõe à família “desafios urgentes”, disse o Papa.
 
Bento XVI lamentou que exista uma “difundida mentalidade” de que a pessoa “seja ela mesma permanecendo ‘autônoma’ e entrando em contato com o outro só mediante relações que possam ser interrompidas em qualquer momento”.
 
O Papa sublinhou que “só abrindo-se à verdade de Deus é possível compreender, e realizar no concreto da vida também conjugal e familiar, a verdade do homem como filho dele, regenerado pelo Batismo”.
 
Ao refletir sobre a indissolubilidade do pacto matrimonial entre um homem e uma mulher, indicou que este “não requer, por fins sacramentais, a fé pessoal dos noivos”, mas o que se pede, “como condição mínima necessária é a intenção de fazer aquilo que faz a Igreja”.
 
Entretanto, apontou, “embora seja importante não confundir o problema da intenção com aquele da fé pessoal dos contraentes, não é possível separá-los totalmente”.
 
Ao recordar os três bens do matrimônio, mencionados por Santo Agostinho, procriação, fidelidade conjugal e indissolubilidade, o Papa advertiu que não se deve prescindir “da consideração de que possam apresentar-se casos nos que justamente pela ausência de fé, o bem dos cônjuges resulte comprometido e portanto excluído do consenso mesmo”.
 
O Santo Padre advertiu que “com estas considerações, não pretendo certamente sugerir algum fácil automatismo entre carência de fé e nulidade da união matrimonial, mas evidenciar como tal carência poderá, embora não necessariamente, ferir também os bens do matrimônio, a partir do momento em que a referência à ordem natural querida por Deus é inerente ao pacto conjugal”.
 
O Papa assinalou que sobre a problemática da validez do matrimônio, “sobretudo no contexto atual, será necessário promover ulteriores reflexões”.
 
Bento XVI também recordou aqueles Santos que viveram o matrimônio de acordo à perspectiva cristã”, obtendo assim “superar também as situações mais adversas, conseguindo às vezes a santificação do cônjuge e dos filhos com um amor sempre reforçado por uma sólida confiança em Deus”.

domingo, 27 de janeiro de 2013

O Sacramento da Confissão – Reconciliação


 

1) A Instituição do Sacramento da Penitência - Jesus Cristo, no seu amor, vem em auxílio do pecador por meio de um Sacramento especial. Durante sua vida terrena, perdoou aos pecadores arrependidos, e na Cruz expiou a culpa de toda a humanidade. No dia da sua Ressurreição, deu aos Apóstolos e aos seus sucessores no sacerdócio, o poder de perdoar os pecados em seu nome. Instituiu assim o Sacramento da Confissão ou Penitência e o confiou à sua Igreja. “A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim envio-vos eu. Depois destas palavras soprou sobre eles e disse: Recebei o Espírito Santo. A quem perdoares os pecados, lhes serão perdoados, e a quem os retiverdes, lhes serão retidos” (João 20:19-23).

2) Quando devemos nos Confessar? - Devemos nos confessar com frequência. Isto é uma coisa ótima, porque este sacramento além de apagar os pecados, dá as graças necessárias para evita-los futuramente. Segundo os Mandamentos da Igreja devemos confessar no mínimo uma vez por ano, mas seria muito bom se não ficássemos adiando esse dia, pois senão acabamos por esquecer e quando damos conta lá se foi o ano.

3) A Forma e a Matéria da Confissão - Jesus Cristo ordenou que no Sacramento da Confissão, os pecados fossem perdoados ou retidos, ou seja, não perdoados ou deixados para uma próxima Confissão. Cabe ao Padre julgar, como juiz que ele é, se há verdadeiro arrependimento. Como o Padre não pode adivinhar os nossos pecados, nós devemos confessá-los, ou seja, declará-los, dizê-los claramente, sem esconder nenhum deles. Os nossos pecados assim ditos diante do Padre constitui a matéria do Sacramento da Confissão. Depois que confessamos, arrependidos, os nossos pecados, o Padre nos absolve com as palavras da forma do Sacramento: Eu te absolvo dos teus pecados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

4) Os efeitos da Confissão - Quando o Sacerdote nos absolve, Jesus Cristo, nosso Redentor, nos perdoa todos nos nossos pecados. Nós, que estávamos afastados de Deus pelo pecado, somos reconciliados com o Pai Celeste, pelo perdão do pecado e da pena eterna. A Confissão nos restitui, nos devolve a graça santificante, a amizade de Deus, bem como os méritos que perdemos por causa do pecado. A Confissão nos traz muitas forças para não mais pecar.

5) Exame de consciência - Devemos rezar ao Divino Espírito Santo para que Ele nos ilumine sobre nossos próprios pecados. Refletimos, procuramos nos lembrar de todos os pecados que cometemos desde a última Confissão. Podemos ter ofendido a Deus por pensamentos, por atos pecaminosos, por omissões no nosso dever. Devemos nos lembrar do pecado, mas também do número de vezes que o cometemos e de alguma coisa que possa ter agravado ou diminuído a gravidade do pecado. Tudo isso devemos dizer ao Padre. Quando já sabemos o que vamos dizer ao Padre, nos aproximamos do confessionário com respeito e recolhimento. A Confissão é uma cerimônia religiosa, um rito, e não uma conversa com o Padre. Estamos ali diante de Deus.

6) No confessionário - Pedimos a benção ao Padre, dizemos quando foi nossa última Confissão, e dizemos todos os pecados, uma após o outro, com o número e algum detalhe importante, sem alongar muito os detalhes que nos levaram a cometer o pecado. Se for necessário algum detalhe a mais, o Padre perguntará. Não podemos esconder nenhum pecado grave, pois isso tornaria a Confissão inválida e estaríamos abusando da bondade de Deus. Muitas pessoas, por vergonha, escondem algum pecado. O Padre, que não pode adivinhar, dá a absolvição, mas Deus não perdoa uma alma mentirosa. Depois aquela pessoa vai para a Missa e ainda comunga, cometendo o pecado de sacrilégio. Tenhamos sempre sinceridade nas nossas confissões.

Quando terminamos de confessar, ouvimos os conselhos do Padre. Sempre aprendemos alguma coisa boa para nossa alma nesta hora. Prestemos muita atenção! E procuremos agir segundo estes conselhos, principalmente quando se trata de reparar algum mal causado aos outros, como pedir desculpas a alguém, devolver algo roubado, etc. O Padre, nesta hora, nos dará a penitência, que rezaremos assim que possível, de preferência logo após a Confissão, em união à Paixão de Nosso Senhor. Depois, ele nos manda rezar o Ato de Contrição.

Que Deus não permita que nos afastemos algum dia da prática da Confissão regular, meio seguro de alcançar a salvação eterna!

 

sábado, 26 de janeiro de 2013

Unção dos enfermos


 
A doença é um mal que acontece na vida de todo o ser humano e o afeta no mais profundo do seu ser. Na doença experimenta-se a limitação, fazendo com que a pessoa enferma se veja em meio à solidão, abatimento, preocupação, angústia e muitas vezes envolvido pela falta de esperança. Por outro lado, a doença põe em evidência tudo aquilo que é aparente e passageiro; mostra o que é verdadeiro e aquilo que realmente importa na vida.

O sofrimento é uma realidade misteriosa e desconcertante. Na doença somos chamados a olhar Jesus Crucificado e n’Ele encontrar a força para aceitar este mistério. A fé em Cristo nos ajuda a superar a dor; a fé ilumina, eleva, purifica e prepara para a Eternidade.

Como Sacramento tem por finalidade conferir uma graça especial ao cristão que experimenta as dificuldades próprias ao estado da enfermidade e da velhice. Antes do Concílio Vaticano II, se chamava “extrema Unção”, já que só era dada aos doentes perto do momento da morte e as pessoas ao ouvirem falar em Unção já pensavam: “o fim chegou”.

Às vezes nos vem à cabeça: “quando receber a Unção?” O apóstolo Tiago diz: “Se alguém está enfermo, chame os presbíteros da Igreja para que em nome do Senhor orem pelo doente e faça a Unção”... (cf. Tg 5: 14-15). Notamos que este Sacramento não é somente para os doentes que estão moribundos (as portas da morte), é também para os enfermos que tem uma grave enfermidade como, por exemplo, intervenções cirúrgicas motivadas por uma doença perigosa, acidentes graves, enfermidades crônicas, idade avançada.

Essa graça é concedida para dar ânimo e força ao enfermo ajudando-o a enfrentar a provação; a suportar a dor da doença; ajudando-o a encontrar mais confiança e, se for da vontade de Deus, promover o reestabelecimento da saúde. Através deste sacramento, a Igreja se dirige ao Senhor pedindo a salvação e o alívio para um de seus membros que padece, ao mesmo tempo, em que pede a paciência e a fortaleza para aqueles que acompanham e cuidam do enfermo.

Por ser um sacramento santificante, perdoa os pecados daquele que o recebe, pois conforme a possibilidade, o doente faz a sua confissão, fazendo ainda mais presente a misericórdia de Deus e recebendo consolo e paz para vencer as dificuldades próprias da fragilidade humana. É uma preparação também para o passo definitivo para eternidade, afinal não dá para tampar o sol com a peneira, sabemos que um dia morreremos. Assim sendo, a Unção oferece um escudo de defesa nos últimos combates frente ao problema enfrentado e junto com a Eucaristia é também chamado de “viático”, que prepara a pessoa para sua última viagem.

Tem por sinais sensíveis a matéria: unção com óleo santo abençoado pelo bispo na missa do Santo Crisma e a forma: oração própria para a Unção e também os efeitos já mencionados acima. A Unção é feita na fronte (testa) e mãos do enfermo, mas pode ser feita em qualquer parte do corpo, caso a necessidade pastoral exigir.

O Sacramento recorda o sagrado respeito que temos que ter pela vida, vida esta que há de ser ajudada nos momentos de dificuldades com as devidas atenções: a oração e a caridade dos familiares e comunidade cristã. É um chamado a ver no doente o próprio Cristo sofredor, que precisa de cuidado e zelo; é um pedido para criar ao redor daquele que sofre um ambiente de amizade, atenção e carinho, tão importantes para cada um de nós no decorrer de nossa existência terrena.

Que Deus todo poderoso traga o alívio e o conforto aos nossos doentes e conceda aos familiares e para aqueles que deles cuidam a paciência e amor para enxergar em cada um, a pessoa de Jesus.

 

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Catequese de Adultos


 
As inscrições para a Catequese de Adultos deverão ser feitas até o dia 31 de janeiro.
 
Jovens a partir de 20 anos podem se inscrever para a Catequese de Adultos.
 
Não há idade máxima.
 
A catequese é para receber os sacramentos do Batismo, Eucaristia e Crisma.

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS para inscrição

Xerox do RG
Xerox do Comprovante de Residência
Xerox do Batistério (caso a pessoa seja batizada)

Se Cristo vos libertar, verdadeiramente sereis livres. João 8,36


As inscrições terminam no dia 31 de janeiro.