Notícias da igreja e do mundo

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sábado, 30 de agosto de 2014

Quem ama, educa!


Não, não existem gritos por amor!

Os pais, em geral, têm levado a sério as pesquisas que dizem que dar palmadas nos filhos provoca neles comportamentos mais agressivos. Só que, em “substituição” das palmadas, a maioria dos pais anda gritando com os filhos. Sim, eu também grito com os meus. Eu não gosto, mas grito. Por outro lado, tenho que reconhecer que grito muito menos hoje em dia.
Quando os meus dois primeiros filhos tinham 2 e 4 anos, eu me sentei com eles no sofá, certo dia, e gritei com eles até fazê-los chorar. Nem me lembro mais do que eles tinham feito. Acho que eu só gritei durante um minuto ou dois. Mas a lembrança daquele dia, para mim, é trágica. Eu não acho que os meus filhos tenham mudado nenhum dos comportamentos deles por causa dos meus gritos. A única coisa que eles aprenderam foi a ter medo de mim.
Os meus pais nunca gritaram comigo daquele jeito. Mesmo assim, eu tinha medo da minha mãe. Ela não tinha receio de me bater. Eu me achava uma pessoa melhor por não bater nos meus filhos, mas tenho certeza de que gritar, assim como bater, é uma solução de curto prazo que, no fim das contas, provoca mais mal do que bem.
Intuitivamente, nós sabemos que não é de berros que as nossas famílias precisam. Bons pais sabem que precisam modelar o comportamento que desejam ver nos filhos. Apesar disso, nós ainda gritamos. Gritamos, em geral, porque ficamos desesperados, cansados, frustrados, irritados e não sabemos mais o que fazer.
Gritar é só mais uma muleta, mas ela é ruim para as nossas famílias. Você percebe isso quando as crianças começam a gritar de volta. Esse não é o tipo de família com que você sonhou. Não é a família amorosa que você queria para os seus filhos.
Eu não estou falando do grito de pavor que brota espontâneo quando o seu filho corre para a rua ou se solta da sua mão no meio da multidão. Essas erupções do nosso medo transmitem aos nossos filhos um medo saudável. E as crianças sabem a diferença entre um grito de medo e um grito de raiva.
Também não estou dizendo que temos que falar a verdade nua e crua em tom de voz normal. Há momentos em que levantar a voz faz parte da sua tarefa de pai ou mãe. Estou falando de gritar para expressar raiva.
A pior gritaria é aquela que envolve insultos e xingamentos. Existe até uma pesquisa que mostra que esse tipo de gritaria é mais prejudicial do que as próprias palmadas. A pesquisa aponta que os efeitos prejudiciais da gritaria não são atenuados nem sequer pelo grau de amor, apoio emocional e afeto entre pais e filhos. Nem pela força do vínculo pais-filhos. Em outras palavras, “gritar por amor” é uma coisa que simplesmente não existe. Quanto antes você acabar com o hábito dos gritos, melhor.

Kathleen M. Berchelmann, MD  


sexta-feira, 29 de agosto de 2014

JUVENTUDE



Livrai-nos Senhor do mal que afastam os se amam

ORAÇÃO PELAS FAMÍLIAS.


Oh, Deus, que na Sagrada Família nos deixastes um modelo perfeito de vida familiar vivida na fé e na obediência de Vossa vontade. Ajudai-nos a ser exemplo de fé e amor aos Vossos mandamentos. Socorrei-nos na nossa missão de transmitir a fé aos nossos filhos. Abri seu coração para que cresça neles a semente da fé que receberam no batismo. Fortalecei a fé dos nossos jovens, para que cresçam no conhecimento de Jesus. Aumentai o amor e a fidelidade em todos os casais, especialmente naqueles que passam por momentos de sofrimento ou dificuldade. Unidos com José e Maria, pedimo-Vos por Jesus Cristo vosso Filho, nosso Senhor. Amém!


Papa Bento XVI.