sábado, 16 de maio de 2015

Estágio Pastoral: Alguns desafios e bons frutos


No coração da catequese aos jovens está a proposta explícita do seguimento de Cristo: “Se queres ser perfeito, vai, vende teus bens, dá dinheiro aos pobres, e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me” (Mt 19,21). É uma proposta que faz deles interlocutores, sujeitos ativos, protagonistas da evangelização e construtores de uma nova sociedade para todos. A catequese procure adaptar-se aos jovens, sabendo traduzir a mensagem de Jesus na linguagem deles. (DNC, 191) 

Acredito que atualmente um dos desafios prioritários da catequese é fazer com que os jovens sintam-se protagonistas da sua fé. É claro que para isso faz-se necessário que eles conheçam a fé que estão abraçando e sintam-se parte integrante da Igreja. 

Há alguns anos, em uma formação paroquial, ouvi a irmã Terezinha Mattos relatando a experiência do estágio: Os jovens e adultos que participavam das turmas de crisma deveriam passar por este estágio e assumirem um compromisso em sua paróquia para então serem confirmados na fé. 

O desafio de tornar nossos jovens cada dia mais próximos da Igreja foi abraçado em nossa paróquia e posso dizer que o pouco que acompanhei a catequese crismal, observei alguns desafios: 

- Fazer com que toda a paróquia (e principalmente as pastorais envolvidas) tenha consciência da importância do estágio pastoral, acolhendo o crismando e acompanhando sua caminhada. Algumas pastorais apresentaram certa resistência e até mesmo falta de boa vontade nesta acolhida, talvez por desconhecerem a importância do processo. É preciso deixar claro o objetivo do estágio e a importância dele no processo de evangelização; 

- Conscientizar o jovem antes mesmo dele chegar a Crisma. Alguns veem o dia da Crisma ainda como um mero ato social ou apenas como momento de sacramentalização. Os catequizandos de Eucaristia e até mesmo os de Perseverança devem ter em mente que ao chegarem a Crisma passarão pelo estágio pastoral e que isso será condição para que recebam o sacramento. Afinal, Crisma é também o sacramento do compromisso e para estar na Igreja é preciso ser comprometido com ela. 

Certamente há muitos outros desafios e você poderá ter contato com eles à medida que concretizará esta proposta em sua paróquia. Sendo assim, quero elencar também alguns frutos colhidos durante esta caminhada: 

- O estímulo à vivência comunitária e à participação nas Missas. Os crismandos que ainda não tinham vivência comunitária passaram a participar mais ativ
amente da Igreja e de suas atividades, tornando-se protagonistas da evangelização como propõe o nosso diretório nacional e testemunhando o Cristo que anunciamos com os compromissos assumidos durante o estágio nas pastorais escolhidas por eles. Isso inclui uma maior afinidade com a Liturgia e com as demais ações pastorais; 

- Revitalização das pastorais. Neste ano, a Pastoral da Catequese em nossa paróquia receberá no mínimo cinco crismadas que estagiaram em nossa pastoral e que depois do Sacramento da Confirmação decidiram continuar, como propõe o estágio. Outras pastorais também continuaram com novos membros, oriundos das turmas de crisma, incentivados pelo estágio pastoral.

Catequista Clécia Ribeiro

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Pentecostes segundo o Catecismo da Igreja Católica



37.1 Pentecostes dia da efusão do Espírito Santo

§696 O fogo. Enquanto a água significa o nascimento e a fecundidade da Vida dada no Espírito Santo o fogo simboliza a energia transformadora dos atos do Espírito Santo O profeta Elias, que “surgiu como um fogo cuja palavra queimava como uma tocha” (Eclo 48,1), por sua oração atrai o fogo do céu sobre o sacrifício do monte Carmelo, figura do fogo do Espírito Santo que transforma o que toca. 

João Batista, que caminha diante do Senhor com o espírito e o poder de Elias” (Lc 1,17), anuncia o Cristo como aquele que “batizará com o Espírito Santo e com o fogo” (Lc 3,16), esse Espírito do qual Jesus dirá “Vim trazer fogo à terra, e quanto desejaria que já estivesse acesso (Lc 12,49). 

É sob a forma de línguas “que se diriam de fogo” o Espírito Santo pousa sobre os discípulos na manhã de Pentecostes e os enche de Si. A tradição espiritual manterá este simbolismo do fogo como um dos mais expressivos da ação do Espírito Santo Não extingais o Espírito” (1Ts 5,19).

§731 No dia de Pentecostes (no fim das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo se realiza na efusão do Espírito Santo, que é manifestado, dado e comunicado como Pessoa Divina: de sua plenitude, Cristo, Senhor, derrama em profusão o Espírito.

§1287 Ora, esta plenitude do Espírito não devia ser apenas a do Messias; devia ser comunicada a todo o povo messiânico. Por várias vezes Cristo prometeu esta efusão do Espírito, promessa que realizou primeiramente no dia da Páscoa. e em seguida, de maneira mais marcante, no dia de Pentecostes. 

Repletos do Espírito Santo, os Apóstolos começam a proclamar “as maravilhas de Deus” (At 2,11), e Pedro começa a declarar que esta efusão do Espírito é o sinal dos tempos messiânicos. Os que então creram na pregação apostólica e que se fizeram batizar também receberam o dom do Espírito Santo

§2623 NO TEMPO DA IGREJA

No dia de Pentecostes, o Espírito da promessa foi derramado sobre os discípulos, “reunidos no mesmo lugar” (At 2,1), esperando-o, “todos unânimes, perseverando na oração” (At 1,14). O Espírito, que ensina a Igreja e lhe recorda tudo o que Jesus disse, vai também formá-la para a vida de oração.

P.37.2 Pentecostes dia da manifestação pública de Jesus

§767 “Terminada a obra que o Pai havia confiado ao Filho para realizará na terra, foi enviado o Espírito Santo no dia de Pentecostes para santificar a Igreja permanentemente.” 

Foi então que “a Igreja se manifestou publicamente diante da multidão e começou a difusão do Evangelho com a pregação”. Por ser “convocação” de todos os homens para a salvação, a Igreja é, por sua própria natureza, missionária enviada por Cristo a todos os povos para fazer deles discípulos.

§1076 A ECONOMIA SACRAMENTAL No dia de Pentecostes, pela efusão do Espírito Santo, a Igreja é manifestada ao mundo. O dom do Espírito inaugura um tempo novo na “dispensação do mistério”: o tempo da Igreja, durante o qual Cristo manifesta, toma presente e comunica sua obra de salvação pela liturgia de sua Igreja, “até que ele venha” (1 Cor 11,26). 

Durante este tempo da Igreja, Cristo vive e age em sua Igreja e com ela de forma nova, própria deste tempo novo. Age pelos sacramentos; é isto que a Tradição comum do Oriente e do Ocidente chama de “economia sacramental”; esta consiste na comunicação (ou “dispensação”) dos frutos do Mistério Pascal de Cristo na celebração da liturgia “sacramental” da Igreja. 

Por isso, importa ilustrar primeiro esta “dispensação sacramental” (Capítulo I). Assim aparecerão com mais clareza a natureza e os aspectos essenciais da celebração litúrgica (Capítulo II.).

P.37.3 Pentecostes dia da plena revelação da Trindade

§732 Nesse dia é revelada plenamente a Santíssima Trindade. A partir desse dia, o Reino anunciado por Cristo está aberto aos que crêem nele; na humildade da carne e na fé, eles participam já da comunhão da Santíssima Trindade. Por sua vinda e ela não cessa, o Espírito Santo faz o mundo entrar nos “últimos tempos”, o tempo da Igreja, o Reino já recebido em herança, mas ainda não consumado:

Vimos a verdadeira Luz, recebemos o Espírito celeste, encontramos a verdadeira fé: adoramos a Trindade indivisível, pois foi ela quem nos salvou.

Fonte: https://afeexplicada.wordpress.com

terça-feira, 12 de maio de 2015

O Segredo do Rosário: Uma história curta das Aparições de Fátima

O Segredo do Rosário: Uma história curta das Aparições de Fátima: Jacinta, Lúcia e Francisco; os Três Pastorinhos de Fátima A  Bem-aventurada Virgem Maria, a Mãe de Deus, apareceu seis vezes a trê...

Tudo é teu ó meu Senhor


Sou dizimista porque o dízimo é uma oferta consagrada ao Senhor, portanto não me pertence. (Levítico 27,32). Tenho como batizado um compromisso de fé com Deus e procuro cumprir o que manda o quinto mandamento da Igreja, assumo diante de Deus e da minha Igreja a responsabilidade e o compromisso de ajuda-la em suas necessidades. 

Compromisso não feito apenas de boa intenção, mas feito com o coração, compromisso não só de boca, mas de atitude! Bendito seja este dízimo que nos retorna pleno das bênçãos de Deus que nos abre os “mananciais dos Céus” (Malaquias 3,10) e a prosperidade é visível em nossas vidas.

Sou dizimista porque, pela minha fidelidade mensal da minha contribuição com o dízimo terei todo meu trabalho ainda mais abençoado por Deus, com muitos frutos e sucesso (Malaquias 3,10). Se eu for fiel no pouco, o Senhor meu Deus me concederá muito mais, me concederá e é isso que eu peço a saúde para que possa fazer ainda mais.



Sou abençoado, sou dizimista, sou católico. Amo ao Senhor meu Deus, sirvo e ajudo a minha Igreja. Seja você também um dizimista e um dizimista fiel!