sábado, 24 de janeiro de 2015

3 pistas para reconhecer a ação do diabo


1. Amor pela nudez – Isto é claramente manifestado em vários níveis. Primeiro existe a tendência generalizada de vestir-se imodestamente. Já discutimos a modéstia aqui antes e devemos notar que modéstia vem da palavra “modo”, referindo-se ao meio ou a moderação. 

Por isso, se por um lado procuramos evitar noções opressivamente puritanas sobre o vestuário que impõem fardos pesados (especialmente sobre as mulheres) e que veem o corpo como algo mau, por outro também devemos criticar muitas das formas modernas de se vestir no outro extremo. 

Estes “estilos” revelam mais do que razoável e geralmente deveriam, com a pretensão de chamar atenção a aspectos do corpo que são privados e reservados para a união sexual no casamento. Muitos em nossa cultura não veem problema em desfilar vários níveis de nudez, vestindo peças que possuem a intenção de descobrir e chamar atenção em vez de esconder as áreas privadas do corpo. Este amor pela exibição e provocação é seguramente um aspecto do próprio amor do Mal pela nudez. E ele tem espalhado esta obsessão a muitas pessoas no moderno ocidente.

Pornografia – como não há nada de novo neste mundo caído, seguramente alcançou proporções epidêmicas por meio da internet. Qualquer psicoterapeuta, conselheiro ou sacerdote te dirá que o vício da pornografia é um enorme problema entre as pessoas de hoje. Sites pornográficos superam outras categorias dez vezes mais. Milhões de americanos estão consumindo enormes quantidade de pornografia e a “indústria” está crescendo exponencialmente. O que uma vez foi escondido nas livrarias, hoje está à distância de um clique na internet. 

E a ideia de que os hábitos de navegação podem ser facilmente descobertos pouco importa aos viciados na última das formas de escravidão. Muitos estão sobre uma encosta ingrime a ponto de caírem em formas mais degradantes de pornografia. Muitos acabam em sites ilegais e antes mesmo de saberem o que aconteceu, deparam-se com o FBI batendo em suas portas. O amor de satanás pela nudez possuiu muitos!

A cultura global de sexualização também amarra ao amor satânico pela nudez. Nós sexualizamos a mulher para vender produtos. Nós sexualizamos até mesmo as crianças. Nossas novelas tagarelam excessivamente sobre sexo de um modo muito adolescente e imaturo. Nós somos, coletivamente, tolos e imaturos a respeito do sexo e a nossa cultura vibra como adolescentes fogosos obcecados por algo que eles não compreendem. Sim, o amor satânico pela nudez e tudo o que vem com ela.

Violência - nós já discutimos antes como nós, coletivamente, transformamos a violência numa forma de entretenimento. Nossos filmes de aventura e video games transformam retaliação violenta numa prazerosa forma de entretenimento e a morte numa “solução”. Os últimos papas têm nos alertado sobre a cultura da morte, na qual a morte é cada vez mais proposta como solução para os problemas. Na nossa cultura a violência começa no ventre, onde os inocentes são atacados. Chamam isto de “direito” e “escolha”.

A violência e a adoção da morte continuam movimentando-se pela cultura por meio da contracepção, atividades violentas de gangues, recursos fáceis para a guerra e pena capital. O século passado talvez tenha sido o mais sangrento já conhecido no planeta e incontáveis pessoas, na casa dos milhões, morreram durante as duas guerras. 

Além disso, vale lembrar das centenas de conflitos e guerras regionais, terríveis campanhas em favor da fome na Ucrânia, China e outros lugares, genocídios na Europa Central, na África e no sudeste da ásia. Paul Johnson, em seu livro Modern Times, estima que cerca de 100.000.000 morreram em guerras e de maneiras violentas nos últimos 50 anos do século XX. E a cada morte, satanás faz sua “dança intrometida”. Satanás ama a violência. Ele ama tacar fogo e ver-nos culpando uns aos outros enquanto queimamos.

3- Divisão – Satanás ama dividir. Dom Fulton Sheen diz que a palavra “diabólico” vem de duas palavras gregas “dia+Bolós”, significando separar, dividir. Tendo como base meus próprios estudos de grego, por mais parcos que sejam, diria que os resultados da tradução não seriam os mesmos do bispo. “Dia” significa “através” ou “entre” e bolós “atirar ou arremessar”. Ainda assim, o bom bispo era um homem estudioso e eu peço a vocês, estudantes de grego, que me compreendam e defendam Dom Sheen.

Ainda assim, é claro que o diabo quer nos dividir. Dentro da nossa própria psiquê e entre e os outros. Certamente ele se regozija a cada divisão que provoca. Ele “atira coisas entre nós” (dia+bolós)! Eis o propósito diabólico. E portanto, vemos nossas famílias divididas, a Igreja dividida, nossa cultura e país divididos. Agora nós estamos divididos ao nível máximo: racial, religioso, político e econômico. Nós dividimos nossa idade, raça, região, Estados azuis e vermelhos, liturgia, música, linguagem e demais pormenores sem fim.

Nossas famílias são rachadas, nossos casamentos são rachados. Os divórcios são exaltados e compromissos de quaisquer tipos são rejeitados e considerados impossíveis. A Igreja está rachada e dividida em facções, assim como o Estado, todos os níveis que compõem os conselhos escolares. Ainda assim, mesmo que concordemos com o essencial, verifica-se que até mesmo quando uma verdade é compartilhada somos chamados de intolerantes.

E dentro também, nós lutamos com muitos ímpetos divisivos e formas de esquizofrenia figurativa e literal. Somos puxados para o que é bom, verdadeiro e belo e ainda o que inferior, falso e mau também nos atrai. Sabemos o que é belo, o que é bom, mas desejamos o que é mau. Procuramos amor, mas cedemos ao ódio e à vingança. Admiramos o inocente, mas frequentemente nos alegramos em destruí-lo ou pelo menos em substituir isto pelo cinismo.

E assim satanás dança sua “dança intrometida”.

Três características do diabólico: amor pela nudez, violência e divisão. O que você acha? O príncipe deste mundo está cumprindo com seus compromissos? Mais importante ainda: estamos sendo coniventes? O primeiro passo para vencer os compromissos do inimigo é conhecer seus movimentos, nomeá-los e repreendê-los em Nome de Jesus.

Servo de Deus, Arcebispo Fulton Sheen

Fonte: http://www.catolicostradicionais.com.br/

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

O Fiel Católico: Comportamento na Santa Missa

O Fiel Católico: Comportamento na Santa Missa: Sim, igreja é lugar para nos sentirmos bem e em profunda paz. Mas isto não significa perder de vista a reverência pelo Sagrado. HOJE EM ...

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

VOCACIONAL: CONGREGAÇÃO DAS DOROTÉIAS

A Congregação das Irmãs de Santa Dorotéia é fruto da vida de amor e fé de uma jovem nascida em 1809 na cidade de Gênova, Itália: Paula Frassinetti.

Em 1827, Paula foi ao encontro deu irmão José, Pároco na pequena aldeia de pescadores Quinto al Mare. Lá, envolveu-se com a catequese das crianças e atraiu, com seu carisma, a atenção das jovens locais para uma vida dedicada ao Senhor e ao próximo.

Assim, fundou uma comunidade religiosa com a participação de doze moças e adotou a denominação de Filhas da Santa Fé. O dia 12 de agosto de 1834, data festiva de Santa Clara, foi escolhido como o da fundação do Instituto.
Irmãs Silva e Domingues
A primeira fundação do Instituto fora da Itália foi  no Brasil. O Bispo Dom Manuel de Medeiros procurava quem o pudesse ajudar na evangelização de sua Diocese de Olinda-Recife.

Agradou-se dos sinais de boa educação religiosa percebidos em alunas das Dorotéias de Roma e quis trazer tais educadoras para o Brasil.


Atendido seu pedido, as primeiras Irmãs chegaram ao Recife em 12 de fevereiro de 1866. Nesse mesmo ano as Irmãs se estabeleciam em Lisboa.

A partir das duas fundações iniciais, multiplicaram-se os colégios em território brasileiro e português.

Em 1910/1911, as Dorotéias chegaram aos Estados Unidos, depois a Malta, Bélgica, Espanha e Suíça. Em 1930 rumaram para a África (Angola e Moçambique). Em 1961 partiram para o Peru. Sete anos depois, chegaram à Inglaterra. Em 1968,  na China Nacionalista.


Recentemente, atingiram Argentina e Bolívia no esforço missionário, e foram até a ilha de São Tomé e Príncipe, na África.


Ser uma Irmã Dorotéia é dizer sim a um chamado muito especial: o de servir a Deus e preparar o Seu Reino através da educação.


Vista do colégio e da Capela dedicada a Santa Paula 
em S. Sebastião do Paraiso 
CASA PROVINCIAL BRASIL SUL

Serviço Vocacional

Rua Álvaro Neto, 395
Vila Mariana
04112-070 – São Paulo – SP
Fone: (11) 5549-6003
Fax: (11) 5575-6423

http://www.doroteiasprovsul.com.br/


Corpo incorrupto de Santa Paula
acervo do Pe. J. Alexandre



terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Pequena Via: Sete passos para buscar a Santidade


Os santos não nascem prontos, mas a vida, a família e o desejo da pessoa em querer ser de Deus e servir a Deus de todo coração, com toda a sua alma e com toda a a sua inteligência dão os instrumentos necessários para que qualquer cristão possa chegar ao céu.

A nossa amada Santa Teresinha do Menino Jesus, nasceu em no dia 02 de janeiro 1873 e foi batizada dois dias depois. Nasceu amada e no seio de uma família cristã que a acolheu como um presente de Deus. Teresinha ficou órfã de mãe aos quatro anos, fato que a traumatizou.
De criança alegre, animada, comunicativa tornou-se uma mocinha tímida, insegura. Segundo ela própria diz, conseguiu libertar-se disso aos 14 anos de idade, tomando as rédeas da própria vida, deixando de girar em torno de si mesma.
Pequena e frágil, Teresinha tinha consciência de ser um nada diante de Deus. Meditava a vida dos santos e ficava encantada com seus gestos de heroísmo, suas duríssimas penitências. Dizia ela: "Eu sou pequena demais para subir a escada da perfeição. Devo suportar-me com todas as minhas imperfeições. Deus não poderá inspirar desejos irrealizáveis, portanto, posso apesar da minha pequenez aspirar à santidade".
O que significa Pequena Via que moveu a vida de Teresinha?
A Pequena Via te fará descobrir ou redescobrir o que o amor de Deus e capaz de realizar em sua vida. Esta Via tem dois aspectos: Devoção e Comunhão Espiritual. Vejamos alguns passos:
1. Descer imediatamente de seu pedestal de arrogância!
Aceite suas próprias limitações. Se aceite como você é. Lembre-se de que você foi feito de barro. Seja humilde. A humildade é a Virtude que dá o sentimento exato da nossa fraqueza. Somos incapazes de atingir a santidade sozinhos. Coloque-se diante de Deus como você é e não como gostaria de ser. Cuidado com a falsa humildade: não se rebaixe diante dos outros apenas querendo parecer humilde.
2. Sem Deus, você não é ninguém!
Quem o dirige nessa caminhada é Deus. Se você consegue praticar alguma virtude, não atribua a você mesmo o sucesso de seus ações espirituais. Procure fazer a vontade d'Ele, pela oração, pela escuta e prática de Sua palavra.
3. Reconheça: Deus é rico em Misericórdia!
A felicidade que você desfruta, a paz que invade seu coração, nada disso existe por acaso, nem por seus méritos, mas é fruto da bondade do Altíssimo. Deus é rico em misericórdia e só dessa misericórdia você pode viver. Nosso Deus é um Deus que dá a vida, que se dá, que perdoa sempre!
4. Viva o momento presente!
Pense os momentos preciosos que você está perdendo em sua vida por não viver o momento presente deixando a imaginação se pré ocupando pelo futuro ou preso pela memória ao passado. O agora é um presente de Deus. Tome consciência do valor único e insubstituível desse minuto que você tem o privilégio de viver e viver com Deus, esteja chorando ou sorrindo.
5. Não perca o ânimo!
Que sua confiança em Deus seja sem limites: A confiança faz milagres... É a confiança, e nada mais a não ser a confiança, que nos deve conduzir ao Amor. Os caminhantes da Pequena Via não desanimam quando a estrada está acidentada, tortuosa. Acha-se muito fraco e pecador? Não pare no meio do caminho. Levante sua cabeça e prossiga. Peça a Jesus para tomar posse de sua alma e fazê-lo forte.
6. Abandonar-se:
Manter-se nos braços de Jesus. Fazer a vontade de Deus de modo desinteressado. Tudo isso mostra a compreensão que temos de que Deus tudo pode e tudo faz para guiar a nossa vida.
7. Amar e deixar ser amado (a):
Desejar viver e morrer de amor. O amor de Deus dá-nos a capacidade de amarmos as pessoas mais difíceis de serem amados. Teresinha escolheu uma vocação para viver o amor e a esperança, ela nos diz: "Eu escolhi, ensinar a amar o amor”, “A minha vocação é o amor!".
A pequena via está ao alcance de todos... Caminho da confiança e do abandono total de si mesmo à graça do Senhor. Não se trata de uma via a ser banalizada, como se fosse menos exigente. Na realidade, ela é exigente, como o é sempre o Evangelho.


Agradeçamos a Deus porque Teresinha nos mostra à santidade de forma tão descomplicada! Agradecemos ao sim dos pais de Santa Teresinha, Luiz e Zélia e peçamos a intercessão do beato casal para as nossas famílias.