REPOUSO E NÃO ESTRESSE
sábado, 30 de novembro de 2013
O Sacramento da Crisma

Crisma é o Sacramento que confere os Dons do Espírito Santo, conduzindo o fiel ao caminho da perfeição cristã. Representa como que a passagem da infância para a fase adulta: é o Sacramento da maturidade cristã. Podemos então dizer que a Crisma é o Sacramento da Confirmação do Batismo. A palavra Crisma vem do grego e significa óleo da unção. O termo, no feminino (a Crisma), refere-se ao Sacramento, e no masculino (o Crisma), refere-se ao óleo de ungir. Ungir é untar a fronte do crismando com o óleo próprio, em cruz. O óleo usado na cerimônia da Crisma é consagrado na Missa da Quinta-Feira Santa.
A Crisma é a Confirmação do Batismo porque fortalece a Graça que este nos confere: se o Batismo nos imerge no Espírito Santo, a Crisma deve nos tornar “fortes e robustos” no mesmo Espírito. Ao atingir a maturidade na fé, por sua própria decisão e convicção, o cristão escolhe confirmar a sua condição de filho de Deus, cristão batizado e membro do Corpo Místico de Cristo neste mundo, a Santa Igreja.
Três passos são necessários à administração da Crisma: a imposição das mãos sobre a cabeça do crismando; a unção com o óleo na fronte; as palavra do Bispo: “Recebe por este sinal o Espírito Santo, Dom de Deus”, ao que o crismando responde: “Amém”.
É o Bispo quem ministra o Sacramento da Crisma, mas em sua ausência pode delegar essa missão a um padre. Durante a celebração, o Bispo suplica os Dons do Espírito Santo na seguinte oração: “Deus Todo-Poderoso, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, pela água e pelo Espírito Santo destes uma vida nova a estes vossos servos, libertando-os do pecado, enviai sobre eles o Espírito Santo Paráclito; dai-lhes, Senhor, o Espírito de sabedoria e de inteligência, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de ciência e de piedade, e enchei-os do Espírito do vosso temor.”
Por que receber a Crisma? - Porque é o Sacramento que faz o autêntico cristão. Ser cristão é comprometer-se com o Evangelho, ser coerente ao com-promisso assumido. A Crisma nos torna soldados de Cristo, é o Sacramento da maturidade na Fé, da responsabilidade.
As Escrituras revelam que o Espírito Santo leva a vida humana à sua plenitude, Vontade do Pai para nós. A Confirmação nos dá, pois, o Espírito Santo para levarmos até a perfeição o que recebemos no Batismo.
A Crisma expressa o aspecto dinâmico, ativo e evolutivo da vida cristã. Uma coisa é ser cristão simplesmente, outra é chegar à plenitude da santidade. Evoluir, neste caso, é crescer na vida iniciada no Batismo: um processo contínuo que dura até o fim desta vida. Não podemos permanecer “semente”; é preciso que a semente germine, cresça e dê frutos.
Os 7 Dons do Espírito Santo:
Sabedoria - Não sabedoria do mundo, mas aquela que nos faz reconhecer e buscar a Verdade, que é Deus, Fonte da Sabedoria. Verdade que encontramos na Bíblia e na orientação da Igreja.
Entendimento - Dom que nos faz aceitar as verdades reveladas por Deus.
Conselho - É a luz para distinguir o certo do errado, o verdadeiro do falso, e assim orientarmos acertadamente a nossa vida, e as vidas daqueles que precisam de um conselho nosso.
Ciência - Não é a ciência do mundo, mas a ciência do Sagrado, das coisas de Deus. Ciência da Verdade e da Vida. Por esse Dom, o Espírito Santo nos indi-ca o caminho a seguir na realização da nossa verdadeira vocação.
Fortaleza - É o Dom da coragem para viver fielmente a fé no dia-a-dia, até mesmo no martírio, se for preciso.
Piedade - É o dom pelo qual o Espírito Santo nos dá o gosto de amar e servir a Deus com alegria. Nesse dom nos é dado o sabor das coisas de Deus.
Temor de Deus - Não é medo de Deus: “O Perfeito Amor lança fora o medo; quem tem medo não é perfeito no Amor” (Jo 4, 18). Significa viver o Amor sincero por Deus, tão grande que queima o coração de respeito e sincera devoção pelo Criador. Não é pavor da Justiça Divina, é zelo em agradar a Deus.
A Crisma na prática
Quem pode receber a Confirmação? Todo batizado pode receber este Sa-cramento (Cân. 889, §1) uma vez. Para recebê-la licitamente é necessário estar devidamente preparado, disposto e em condições de renovar as promessas do Batismo (Cân. 889, §2). Como regra geral, a idade mínima é de 14 anos. O candidato à Confirmação deve professar a fé, estar em estado de graça (confessar antes), ter a intenção de receber o Sacramento e estar preparado para ser discípulo e testemunha de Cristo, na comunidade eclesial e nas ocupações temporais (CIC §1319).
Padrinho/Madrinha: não podem ser os pais do crismando (Cân. 893 e 874). Precisa ser católico, confirmado, ter recebido o Santíssimo Sacramento da Eucaristia e estar disposto a orientar sua vida de acordo com a fé e o encargo que vai assumir (Cân. 874, §1). Precisa ter dezesseis anos completos, a não ser que outra idade seja determinada pelo Bispo diocesano (Cân. 874, §1). É desaconselhável escolher como padrinho o esposo(a), namorado(a) ou noivo(a). Alguém de outra religião pode ser admitido como testemunha da confirmação, ao lado de um padrinho católico.
Preparação: Após a primeira Eucaristia, o adolescente deve participar de encontros de perseverança e atividades paroquiais próprias para sua idade, dando continuidade ao processo de formação na Fé. Os padrinhos e pais devem acompanhar a formação do crismando, e participar dos encontros e palestras promovidas pela Igreja, sobre temas bíblicos, morais, doutrinários e litúrgicos.
Quanto ao conteúdo e métodos de preparação, recomendamos as publicações “Orientações para Catequese da Crisma” (1991) e “Fortalecidos no Espírito” (1998), da CNBB. A preparação deve ter a duração de ao menos um ano, com encontros de evangelização e formação na fé, bem como a participação nas celebrações da comunidade.
_________________________
Fontes e referência bibliográfica:
ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO. Diretório dos Sacramentos da Arquidiocese de São Paulo. São Paulo: Paulinas, 1982.
PEREIRA, Leonardo Tarcísio Gonçalves, Pe. Tocar o Senhor. São Paulo: Loyola, 10ª ed., 2004, pp. 57-59.
COSTA, Henrique Soares da, Pe. O Sacramento do Batismo. Disp. em:
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Cristão pode fazer tatuagem? As tatuagens e a Bíblia Sagrada
Uma leitora, - cujo nome não divulgaremos por não estarmos autorizados, enviou a seguinte pergunta para o e-mail vozdaigeja@gmail.com:
"Gostaria de saber
o que a bíblia diz a respeito das tatuagens, e em qual evangelho encontro
a resposta."
Reproduzimos abaixo a nossa resposta enviada à leitora, por considerarmos que possa representar também as dúvidas de outros leitores. Que seja útil.
![]() |
| Carla Perez e a sua "tattoo radical" |
![]() |
| Agora todo mundo tem, e a tatuagem deixou de ser a
marca de uma personalidade forte ou um sinal de rebeldia. |
A Bíblia Sagrada não menciona, direta ou
literalmente, a questão das tatuagens, mas algumas passagens estão relacionadas
ao tema. Vejamos o que a Escritura tem a dizer:
"Não fareis lacerações na vossa carne
pelos mortos; nem no vosso corpo imprimireis qualquer marca. Eu sou o
Senhor." (Lv 19,28)
Pelo contexto do texto do Levítico (e também de Deuteronômio 14,1-2) vemos que as marcas no corpo tinham relação com os rituais pagãos que envolviam a necromancia (consulta aos mortos: o mesmo que hoje é chamado de 'mediunidade'). As marcas no corpo faziam parte da vinculação da pessoa à crença nos deuses e na prática dos seus rituais pagãos, e os simbolizavam.
Já o dragão, um dos temas preferidos para as "tattoos" atuais, no contexto bíblico, representa o demônio. Porém, mais importante do que saber aquilo que a Bíblia diz literalmente, é entender que não é recomendável que um cristão marque seu corpo para o resto da vida com tatuagens, pois o seu corpo é Templo do Espírito Santo, como diz São Paulo Apóstolo em sua primeira carta aos coríntios:
"Não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom Preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus." (1Cor 6,19,20)
Como cristãos, devemos buscar e nos identificar
com Jesus e seguir o seu exemplo, e não com os modismos do mundo: "Todas
as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas me convêm; todas as coisas são
lícitas, mas nem todas as coisas edificam" (1Cor 10,23).
"Rogo-vos, pois, irmãos, que apresenteis
os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso
culto racional. E não vos adapteis a este mundo, mas sede transformados pela
renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa,
agradável e perfeita vontade de Deus." (Rm 12,1,2)
Hoje em dia parece que todo o mundo está se
tatuando, e já faz algum tempo que tatuagem deixou de ser um gesto de rebeldia
ou alguma coisa que diferencia a pessoa. Não aconselharíamos ninguém a se
tatuar, mas é claro que nós não devemos considerar uma pessoa tatuada como
pecadora, nem julgar alguém por conta de uma tatuagem. Ninguém deve deixar de se
aproximar de Deus por possuir ou não tatuagens. Deus é Pai Misericordioso; Deus
é Amor.
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| Qual será a próxima moda? |
Por Henrique
Sebastião
Dia de Nossa Senhora das Graças e da Medalha Milagrosa
Capela da Medalha Milagrosa em Paris - Arquivo pessoal Pe. J. Alexandre.
Foi na segunda aparição a 27 de novembro de 1830, em Paris, na França; que Nossa Senhora apareceu a uma das Irmãs da Caridade de São Vicente de Paulo, à humilde noviça Santa Catarina Labouré. Ela descreve como lhe foi revelada a Medalha da Imaculada Conceição:
A Virgem apareceu sobre um globo, pisando uma serpente e segurando nas mãos um globo menor, oferecendo-o à Deus, num gesto de súplica.
Enquanto A contemplava, Catarina ouviu uma voz que lhe disse:
"Este globo que vês representa o mundo inteiro e especialmente a França, e cada pessoa em particular. Os raios são o símbolo das Graças que derramo sobre as pessoas que Me as pedem. Os raios mais espessos correspondem às graças que as pessoas se recordam de pedir. Os raios mais delgados correspondem às graças que as pessoas não se lembram de pedir.“
A ORAÇÃO:
Enquanto Maria estava rodeada duma luz brilhante, de repente, o globo desapareceu e suas mãos se estendem suavemente, derramando sobre o globo brilhantes raios de luz. Formou-se assim um quadro oval, rodeado pelas palavras em letras de ouro:
"Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós".
Virou-se então o quadro, aparecendo, no reverso, um " M" encimado por uma cruz e, embaixo, os corações de Jesus e de Maria. E a Santíssima Virgem lhe pede:
A PROMESSA:
’'Manda cunhar uma Medalha por este modelo; as pessoas que a trouxerem indulgenciada, receberão grandes graças, mormente se a trouxerem ao pescoço; hão de ser abundantes as graças para as pessoas que a trouxerem com confiança. “
E assim foi cunhada, em Paris, esta medalha, que logo s espalhou pelo mundo inteiro, derramando graças tão numerosas e extraordinárias que o povo, espontaneamente, passou a chamá-la: " A Medalha Milagrosa".
ORAÇÃO A NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS
Súplica - Ó Imaculada Virgem Mãe de Deus e nossa Mãe, ao comtemplar-vos de braços abertos derramando graças sobre os que vo-las pedem, cheios de confiança na vossa poderosa intercessão, inúmeras vezes manifestada pela Medalha Milagrosa, embora reconhecendo a nossa indignidade por causa de nossas inúmeras culpas, acercamo-nos de vossos pés para vos expor, durante esta oração, as nossas mais prementes necessidades (momento de silêncio e de pedir a graça desejada.
Concedei, pois, ó Virgem da Medalha Milagrosa, este favor que confiantes vos solicitamos, para maior glória de Deus, engrandecimento do vosso nome, e o bem de nossas almas.
E para melhor servirmos ao vosso Divino Filho, inspirai-nos profundo ódio ao pecado e dai-nos coragem de nos afirmar sempre verdadeiros cristãos. Amém.
Rezar 3 Ave-Marias.
- Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós.
Oração Final - Santíssima Virgem, eu creio e confesso vossa Santa e Imaculada Conceição, pura e sem mancha. Ó puríssima Virgem Maria, por vossa Conceição Imaculada e gloriosa prerrogativa de Mãe de Deus, alcançai-me de vosso amado Filho a humildade, a caridade, a obediência, a castidade, a santa pureza de coração, de corpo e espírito, a perseverança na prática do bem, uma santa vida e uma boa morte. Amém.
Hoje as 19h30 na Capela Nossa Senhora das Graças localizada a Rua Ary Pereira de Lima, 346 - Cidade Jd. Cumbica, teremos a Missa Solene em louvor a Mãe de Jesus.
terça-feira, 26 de novembro de 2013
O DÍZIMO NA IGREJA CATÓLICA
Muitos padres e fiéis católicos acham difícil falar sobre este
assunto, principalmente por causa das deturpações que tantos verdadeiros
mercadores da fé vêm promovendo nos últimos anos, usando meia dúzia de passagens
bíblicas como arma para extorquir e explorar pessoas simples e sem formação.
Assim enriquecem, cada vez mais, os falsos profetas. O verdadeiro significado do
dízimo, porém, é justo e verdadeiramente cristão.
Nos tempos do Antigo Testamento, a Lei de Moisés prescrevia o pagamento obrigatório de 10% dos rendimentos do fiel (pagos na forma de bens e mantimentos, principalmente produtos agrícolas) para manter a tribo de Levi e os sacerdotes, responsáveis pela manutenção do Tabernáculo e depois do Templo, pois eles não podiam possuir heranças e territórios. Esses mantimentos eram também usados para assistir aos órfãos, viúvas e pobres. Depois da destruição do Templo (no ano 70 dC), a classe sacerdotal e os sacrifícios cessaram, e os rabinos passaram a recomendar que os judeus prestassem auxílio aos mais necessitados.
Por ser Cristo o Supremo Sacerdote, consumou o sacerdócio levítico com todas as suas leis, dízimos e costumes, como esclarece o Apóstolo São Paulo na Carta aos Hebreus (Hb 7,1-28): "Com efeito, mudado o sacerdócio, é necessário que se mude também a lei" (Hebr 7, 12). Mais adiante, o mesmo santo Apóstolo arremata: "Com isso, está abolida a antiga legislação, por causa de sua ineficácia e inutilidade" (Hb 7,18).
Hoje, o dízimo é uma doação regular e proporcional aos rendimentos do fiel, que todo batizado deve assumir. É uma forma concreta que o cristão tem para manifestar a sua fé em Deus e o seu amor ao próximo, pois é por meio dele que a Igreja realiza diversas obras de caridade e assistência aos menos favorecidos. Pelo dízimo, podemos viver as três virtudes mais importantes para todo cristão: a Fé, a Esperança e o Amor-Caridade, que nos levam para mais perto de Deus.
Nos tempos do Antigo Testamento, a Lei de Moisés prescrevia o pagamento obrigatório de 10% dos rendimentos do fiel (pagos na forma de bens e mantimentos, principalmente produtos agrícolas) para manter a tribo de Levi e os sacerdotes, responsáveis pela manutenção do Tabernáculo e depois do Templo, pois eles não podiam possuir heranças e territórios. Esses mantimentos eram também usados para assistir aos órfãos, viúvas e pobres. Depois da destruição do Templo (no ano 70 dC), a classe sacerdotal e os sacrifícios cessaram, e os rabinos passaram a recomendar que os judeus prestassem auxílio aos mais necessitados.
Por ser Cristo o Supremo Sacerdote, consumou o sacerdócio levítico com todas as suas leis, dízimos e costumes, como esclarece o Apóstolo São Paulo na Carta aos Hebreus (Hb 7,1-28): "Com efeito, mudado o sacerdócio, é necessário que se mude também a lei" (Hebr 7, 12). Mais adiante, o mesmo santo Apóstolo arremata: "Com isso, está abolida a antiga legislação, por causa de sua ineficácia e inutilidade" (Hb 7,18).
Hoje, o dízimo é uma doação regular e proporcional aos rendimentos do fiel, que todo batizado deve assumir. É uma forma concreta que o cristão tem para manifestar a sua fé em Deus e o seu amor ao próximo, pois é por meio dele que a Igreja realiza diversas obras de caridade e assistência aos menos favorecidos. Pelo dízimo, podemos viver as três virtudes mais importantes para todo cristão: a Fé, a Esperança e o Amor-Caridade, que nos levam para mais perto de Deus.
O dízimo é um
compromisso. Representa a nossa vontade de colaborar, de verdade, com o projeto
divino de felicidade para todos. A palavra “dízimo”, que significa “décima
parte”, vem dos 10% que os judeus davam de tudo o que colhiam da terra com o seu
trabalho. E também hoje todos são convidados a oferecer, de fato, a décima parte
daquilo que ganham, mas não somos obrigados. O importante é entender que o
dízimo não é esmola. Deus merece a doação feita com alegria, e jamais nos
priva da nossa liberdade. Além disso, o que é doado com alegria faz bem a quem
recebe!
Cada pessoa deve definir livremente, sem tristeza nem constrangimento, qual percentual dos seus ganhos irá separar para o dízimo. A Igreja não exige a doação de 10% de tudo o que você ganha; porém, para ser considerado dízimo, é preciso que seja um percentual, isto é, uma porcentagem dos seus ganhos, sendo no mínimo 1%. Se alguém ganhar R$ 1.000,00 e oferecer R$ 10,00, isto ainda pode ser considerado dízimo. Menos do que isso, porém, seria uma oferta.
E a experiência pastoral comprova: aqueles que, confiantes na Providência Divina, optaram pelo dízimo integral, não se arrependeram nem sentiram falta em seus orçamentos. Ao contrário, muitos dizimistas dão o testemunho de que depois que passaram a contribuir com a Igreja e a comunidade dessa maneira, passaram a se sentir especialmente abençoados: Deus não desampara os que nele confiam. Mas isso não quer dizer que devemos dar o dízimo esperando "ganhar em dobro", nem receber algo em troca, como se pudéssemos negociar ou barganhar com Deus. Aqueles que ensinam tais coisas nada entendem do verdadeiro cristianismo, nem compreendem o contexto bíblico, e menos ainda o significado de partilha, que era tão presente na Igreja primitiva.
Cada pessoa deve definir livremente, sem tristeza nem constrangimento, qual percentual dos seus ganhos irá separar para o dízimo. A Igreja não exige a doação de 10% de tudo o que você ganha; porém, para ser considerado dízimo, é preciso que seja um percentual, isto é, uma porcentagem dos seus ganhos, sendo no mínimo 1%. Se alguém ganhar R$ 1.000,00 e oferecer R$ 10,00, isto ainda pode ser considerado dízimo. Menos do que isso, porém, seria uma oferta.
E a experiência pastoral comprova: aqueles que, confiantes na Providência Divina, optaram pelo dízimo integral, não se arrependeram nem sentiram falta em seus orçamentos. Ao contrário, muitos dizimistas dão o testemunho de que depois que passaram a contribuir com a Igreja e a comunidade dessa maneira, passaram a se sentir especialmente abençoados: Deus não desampara os que nele confiam. Mas isso não quer dizer que devemos dar o dízimo esperando "ganhar em dobro", nem receber algo em troca, como se pudéssemos negociar ou barganhar com Deus. Aqueles que ensinam tais coisas nada entendem do verdadeiro cristianismo, nem compreendem o contexto bíblico, e menos ainda o significado de partilha, que era tão presente na Igreja primitiva.
A entrega do
dízimo normalmente é mensal, porque a maioria das pessoas recebe salário todo
mês. Já os que recebem semanalmente podem combinar de entregá-lo uma vez por
semana, por exemplo. O importante é saber que o dízimo deve ser entregue na
comunidade com a mesma regularidade com que recebemos os nossos
ganhos.
Já as ofertas são doações espontâneas, com as quais o fiel também pode e deve participar da vida em comunidade, mas nesse caso não existe regularidade, como no dízimo. - Você pode e deve doar na hora do ofertório, durante as Missas, ou fazer depósitos nas caixas de coleta, mas não se trata de um compromisso fixo assumido com a sua comunidade, e sim de uma manifestação de amor, caridade e confiança.
Já as ofertas são doações espontâneas, com as quais o fiel também pode e deve participar da vida em comunidade, mas nesse caso não existe regularidade, como no dízimo. - Você pode e deve doar na hora do ofertório, durante as Missas, ou fazer depósitos nas caixas de coleta, mas não se trata de um compromisso fixo assumido com a sua comunidade, e sim de uma manifestação de amor, caridade e confiança.
Cada vez mais
católicos se conscientizam da importância do dízimo e das ofertas. É bom
encontrar a igreja limpa, bem equipada, tudo funcionando bem... Mas,
infelizmente, muitos se esquecem de que, para isso, todos precisam colaborar!
Somos a família do Senhor, e cada templo da Igreja é uma casa de todos nós.
Contamos com o seu desejo de viver comunidade: aceite o chamado do Pai Eterno e
diga sim ao compromisso de levar adiante os trabalhos evangelizadores da
sua paróquia. Informe-se sobre como se tornar um dizimista. Faça a sua
parte!
“Dê cada um
conforme o impulso do seu coração, sem tristeza nem constrangimento. Deus ama a
quem dá com alegria.” (2Cor 9,7)
___________
Acessoria
Profº Dr. Pe. Vicente de Melo, CSsR (em atividade na Paróquia Nossa Senhora do Bom Sucesso, em Guaratuba - Paraná, e comunidades diversas - janeiro de 2013);
Pe. Luiz Paulo de Souza (atualmente pároco de São José de Vila Zelina, São Paulo - Região Episcopal Belém, Setor Vila Prudente - janeiro de 2013).
Fonte bibliográfica
Tatto, Antoninho. Dízimo, expressão forte da comunidade, 10ª ed. São Paulo: O Recado, s/d.
___________
Acessoria
Profº Dr. Pe. Vicente de Melo, CSsR (em atividade na Paróquia Nossa Senhora do Bom Sucesso, em Guaratuba - Paraná, e comunidades diversas - janeiro de 2013);
Pe. Luiz Paulo de Souza (atualmente pároco de São José de Vila Zelina, São Paulo - Região Episcopal Belém, Setor Vila Prudente - janeiro de 2013).
Fonte bibliográfica
Tatto, Antoninho. Dízimo, expressão forte da comunidade, 10ª ed. São Paulo: O Recado, s/d.
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
RIFA DIOCESANA
Nosso muito obrigado a todos que colaboraram na venda e na compra dos bilhetes. Nossa comunidade não ficou com nenhum carro, mas ficamos satisfeitos em ajudar a nossa Igreja Matriz (Catedral) na sua reforma. Deus dê a cada um de vocês 100 vezes mais.
RESULTADO GERAL CAMPANHA
Prêmio | Combinação dos resultados | Paróquias | |
1º | 790953 | Paróquia São Pedro Apostolo – Vl. Galvão | |
2º | 953482 | Paróquia São José – Jd. Paulista | |
3º | 482258 | Paróquia Sagrado Coração de Jesus | |
4º | 258858 | Paróquia Santa Rita de Cassia – Jd. Cumbica | |
5º | 858790 | Paróquia São João Batista – Jd. Adriana |
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