quinta-feira, 31 de outubro de 2013

GOLPE NA PRAÇA

 
 
Boa tarde caríssimos amigos: Golpe na praça
 
Aqui na região de Cumbica da semana passada até o dia de hoje tem pessoas desgraçadas que ficam ligando para casas anunciando falsos sequestros. Muito cuidado não fale o seu nome quem liga em hipótese alguma e pergunte quem é do outro lado e quem tá falando hoje.
 
Somente hoje aqui na Paróquia foram duas tentativas.
 
Se tiver algum policial vendo esta mensagem e queira fazer a diferença um dos números dos sem-vergonhas que usam também mensagem para fazer cobranças indevidas. FONE 081-96071709. MUITO CUIDADO.

Dízimo: Quem é fiel no pouco...

Fiel Católico: O dízimo na Igreja Católica: Muitos padres e fiéis católicos acham difícil falar sobre este assunto, principalmente por causa das deturpações que tantos verdadeiros m...

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Você já abraçou seu pai hoje?




PAI DE MEU PAI


Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai.

      É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso.
 
      É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho. É quando aquele pai, outrora firme e instransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar.

      É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela – tudo é corredor, tudo é longe.

      É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios.

      E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.
 
      Todo filho é pai da morte de seu pai, ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta.
     
E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais.

      Uma das primeiras transformações acontece no banheiro. Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro.

      A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas. Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes.

      A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões.

      Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus.

      Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente?

      Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete.

      E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.

      Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos.

      No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:

      – Deixa que eu ajudo.

      Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo.
Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.

      Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.

      Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.

      Embalou o pai de um lado para o outro. Aninhou o pai. Acalmou o pai. E apenas dizia, sussurrado:

      – Estou aqui, estou aqui, pai!

      O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali.

 


      Publicado no jornal Hora
      Revista Donna , p.6
      Porto Alegre (RS), 06/10/2013 Edição N° 17575

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Dia dos Fiéis Defuntos







“Quem vem nos buscar não é a morte, mas o Bom Deus que quer seus filhos junto d’ Ele.



 

08h da manhã – Capela São Paulo Apóstolo

19h – Capela Matriz Santa Teresinha

Traga escrito o nome dos seus falecidos ou retire o envelope nas Capelas e Secretaria Paroquial.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Liturgia: Encontro Diocesano do dia 20/10


RESUMO DO ENCONTRO DIOCESANO DE LITURGIA
 

O encontro foi iniciado com mantras, que aos poucos nos levavam a interiorização. Foi interessante a forma que a equipe diocesana deu início: quando eu cheguei eles estavam e outro ambiente se preparando, então entraram na sala maior, onde estávamos e sem dizer nada sentaram nas cadeiras que já estavam ali preparadas para eles e começaram a entoar os mantras.

Este momento foi maravilhoso. Na medida em que as pessoas iam chegando percebiam o clima, cumprimentavam e já se sentavam e começavam a cantar também.

Na porta de entrada havia um monte de pedras e em uma delas estava escrito: pegue uma. Fizemos uma breve partilha de como foi este primeiro momento (mantras), após a partilha foi pedido para colocarmos o nosso nome na pedra que pegamos.

Depois nos apresentamos e depositamos a pedra num tecido que estava no chão, a nossa frente; foi observado que cada pedra é diferente e que as cores das canetas que utilizamos também eram diferentes, porém, temos várias coisas em comum: a fé, a busca, o serviço, etc.

Foram-nos apresentados os desafios em comum, ou seja, os desafios que agentes e padres apresentaram na preparação para a Assembleia da Liturgia em momentos diferentes.

O que isso tem de bom? (desafios em comum) questionou o Pe. Jair, ele próprio respondeu: “se foram apontados as mesmas dificuldades é porque são coisas importantes de fato”.

Reunimo-nos (por forania) para discutir o seguinte questionamento: Diante dos desafios que vimos e das exigências do Evangelho e da Igreja: o que propomos à comunidade? À paróquia? À equipe diocesana? Cada forania colocou a sua realidade mais problemática.

Cito os mais interessantes, os outros eram os mesmos de sempre.

Partilha das respostas:

ü  Uniformidade/ padronização.

ü  Troca de coordenadores a cada dois anos, para que a pessoa na se aposse do serviço – ter rotatividade.

ü  Capacitação para os coordenadores para que descubram e percebam a essência daquilo que são responsáveis...

Foi proposto pela Caetana que algumas pessoas que ali estavam se candidatassem para participar com a equipe diocesana das discussões; quanto mais cabeças se juntam, melhor irão pensar as melhorias necessárias e a resolução dos problemas existentes. Várias pessoas se prontificaram a fazer parte.
 
Otília Damasceno