segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

SER CATÓLICO

Como lidar com as mentiras sobre a

Igreja Católica?


 
 
De forma bem simples. Se você é católico de verdade, e não católico de batismo apenas, católico de gogó, que não é daqueles vira folha que pulam para o outro lado, para outras religiões, que depois enche a boca para dizer "eu me converti" como se para se converter é preciso aderir ao protestantismo, se você tem a consciência tranquila e uma fé convicta que a Igreja Católica é a Igreja fundada por nosso Senhor Jesus Cristo, assentada sobre Pedro, o primeiro Papa, você não pode se deixar levar por qualquer palavreado, por meia dúzia de palavras, por articulista e jornalista tendenciosos, por pastores maldosos, que querem ver a destruição da Igreja e para isso inventam todo tipo de mentira contra ela.

Desculpe-me a maneira que estou me dirigindo a você; mas ou você aceita a Igreja Católica como a Igreja verdadeira ou você pula do barco. Cristo não obrigou ninguém a segui-lo, Ele fazia o convite, "vem e segue-me" e livremente pessoas, apóstolos e discípulos, largavam tudo para seguir o Cristo.

A Igreja Católica é Santa! A Igreja é assistida pelo Espírito Santo de Deus e o Espírito Santo não erra! Portanto, em termos de fé e moral a Igreja não tem um erro sequer! Os filhos dessa Igreja, papas, bispos, padres, enfim, leigos e consagrados, a pessoa humana, sim, esses são pecadores e necessitados da graça para não pecarem! Nós pecamos, os filhos da Igreja pecam, mas a Igreja é imaculada, infalível. É isso que você precisa entender de uma vez por todos.

Sobre a renúncia do Papa Bento XVI a imprensa mundial e articulistas maldosos estão inventando mentiras: que foi devido a quebra de sigilo das correspondências papais - a demissão do mordomo do papa -, a corrupção no Banco do Vaticano enfim.

Parece que a mídia mundial, pastores protestantes que nutrem um ódio contra a Igreja, ex-católicos que caluniam a Igreja em que foram formados, fizeram um curso intensivo na escola ilusionista de Dan Brown, que misturou algumas verdades misturadas a ficção e mentira para denegrir a imagem da Igreja Católica. E o resultado? Ele está rico só com a venda dos seus livros. Quer ganhar dinheiro de forma fácil? Escreva livros que falam mal de Igreja Católica, de preferência com títulos bem vendáveis como "Cai a máscara: as verdades da Igreja Católica", "Mentiras que o Papa não te contou" etc. Se paute em alguns fatos reais, em alguns erros dos filhos da Igreja, crie uma boa ficção em cima disse e pronto! Você ficará rico com a vendagem de livros. Ou faça como a bispa, venda um perfume com o cheiro de Jesus! Quanta hipocrisia!

E você querido católico não pode ficar como se estivesse em cima da corda bamba, indo de uma lado para outro. Seja firme, seja católico, ame esta Igreja.

O primeiro interessado na destruição da Igreja Católica é o demônio. Infelizmente, ele usará de religiosos para a partir de dentro da Igreja tentar destruí-la. Uma marola de mal-estar pode até acontecer, mas a profecia nos garante: "as forças do Inferno não poderão vencê-la" (Mt 16,18).

Como diz Santo Agostinho: "Prefiro errar com a Igreja do que acertar sem ela". Sabendo que a Igreja não erra jamais e sim os servos que estão nela.

Eu amo esta Igreja, e morro por ela se preciso for. Porque não morrerei por obra construída ou inventada pelo homem - como dezenas de dezenas de falsas religiões espalhadas pelo mundo à fora -, mas vou me consumir por uma Igreja que é de Cristo, fundada por Ele.

Chegou a hora de você como católico declarar este amor a esta Igreja! Não quer dizer fechar os olhos sobre os erros dos seus filhos, não. Devemos reconhecer quando erramos, corrigir e erro e tocar a diante.

Não vos chamo a uma fé cega, mas para se aprofundar na história da Igreja, conhecer seus dogmas. Como diz o prof. Felipe Aquino, os filhos a Igreja Católica a abandonam por falta de conhecimento sobre ela.

Se você está afastado da Igreja, volte. Deus não está te perguntando por onde você andou ou o que foi que você fez. Mas de braços abertos, Nossa Senhora e seu Filho Jesus, te esperam.

Vou concluir com mais uma frase de Santo Agostinho: "Ame e faça o que você quiser, pois nada do que você fizer por amor será pecado".

Ame a Igreja Católica e depois faça o que quiser!
 
 
 

Thiago Zanetti
Colunista do Portal Ecclesia.
Graduado em jornalismo e mestre em história social das relações políticas pela UFES. Autor dos livros: 'Deus é a resposta de nossas vidas' e 'O Sagrado: prosas e versos'.



Da redação do Portal Ecclesia.

CARDEAIS QUE PARTICIPARÃO DO CONCLAVE

 
 


Com a renúncia do Papa Bento XVI, um conclave para a escolha do novo Pontífice será realizado a partir do dia 15 de março. Nesta data, cardeais de todo o mundo se reunirão no Vaticano para eleger o novo Papa. Estarão aptos a participar da eleição 117 cardeais - que terão até 79 anos a partir do início da Sé vacante, período entre a saída de um Papa e a escolha de seu sucessor.


São cardeais eleitores aqueles que não tiverem completado 80 anos até o início da Sé vacante - o período entre a renúncia do Papa e a escolha de um novo Pontífice. Desta vez, há 117 que atendem o requisito. Três deles completam 80 anos em março, mas poderão participar do conclave e dar seus votos. Cinco eleitores são brasileiros. O cardeal mais novo, o indiano Baselios Cleemis Thottunkal, tem 53 anos.


Confira a lista dos cardeais que poderão votar e a idade deles no início do conclave (previsto para iniciar em 15 de março):




Walter Kasper, alemão, 80 anos (completados em 5 de março, após o início da Sé Vacante)
Severino Poletto, italiano, 79 anos (fará 80 em 18 de março, após o início do Conclave)
Juan Sandoval Iñiguez, mexicano, 79 anos (fará 80 em 28 de março, após o início da Sé Vacante e possivelmente após a definição do novo Papa)
Godfried Danneels, belga, 79 anos
Francisco Javier Errázuriz Ossa, chileno, 79 anos
Raffaele Farina, italiano, 79 anos
Geraldo Majella Agnelo, brasileiro, 79 anos
Joachim Meisner, alemão, 79 anos
Raúl Eduardo Vela Chiriboga, equatoriano, 79 anos
Giovanni Battista Re, italiano, 79 anos
Dionigi Tettamanzi, italiano, 79 anos
Francesco Monterisi, italiano, 78 anos
Cláudio Hummes, brasileiro, 78 anos
Carlos Amigo Vallejo, espanhol, 78 anos
Paolo Sardi, italiano, 78 anos
Paul Josef Cordes, alemão, 78 anos
Franc Rodé, esloveno, 78 anos
Tarcisio Bertone, italiano, 78 anos
Julius Riyadi Darmaatmadja, indonésio, 78 anos
Jean-Baptiste Pham Minh Mân, vietnamita, 78 anos
Giovanni Lajolo, italiano, 78 anos
Antonius Naguib, egípcio, 77 anos
Justin Francis Rigali, norte-americano, 77 anos
Velasio de Paolis, italiano, 77 anos
Santos Abril y Castelló, espanhol, 77 anos
José da Cruz Policarpo, português, 77 anos
Roger Michael Mahony, norte-americano, 77 anos
Julio Terrazas Sandoval, boliviano, 77 anos
Ivan Dias, indiano, 76 anos
Karl Lehmann, alemão, 76 anos
William Joseph Levada, norte-americano, 76 anos
Anthony Olubunmi Okogie, nigeriano, 76 anos
Jean-Claude Turcotte, canadense, 76 anos
Antonio María Rouco Varela, espanhol, 76 anos
Jaime Lucas Ortega y Alamino, cubano, 76 anos
Nicolás de Jesús López Rodríguez, dominicano, 76 anos
Ennio Antonelli, italiano, 76 anos
Théodore-Adrien Sarr, senegalês, 76 anos
Jorge Mario Bergoglio, argentino, 76 anos
Francis Eugene George, norte-americano, 76 anos
Audrys Juozas Bačkis, lituano, 76 anos
Raymundo Damasceno Assis, brasileiro, 76 anos
Attilio Nicora, italiano, 75 anos
Lluís Martínez Sistach, espanhol, 75 anos
Antonio Maria Vegliò, italiano, 75 anos
Paolo Romeo, italiano, 75 anos
Francesco Coccopalmerio, italiano, 75 anos
Keith Michael Patrick o’Brien, escocês, 74 anos
Manuel Monteiro de Castro, português, 74 anos
Carlo Caffarra, italiano, 74 anos
Angelo Amato, italiano, 74 anos
Edwin Frederick o’Brien, norte-americano, 73 anos
Stanisŀaw Dziwisz, polonês, 73 anos
John Tong Hon, chinês, 73 anos
Seán Baptist Brady, irlandês, 73 anos
Laurent Monsengwo Pasinya, congolês, 73 anos
Zenon Grocholewski, polonês, 73 anos
Telesphore Placidus Toppo, indiano, 73 anos
Béchara Boutros Rai, libanês, 73 anos
Agostino Vallini, italiano, 72 anos
Donald William Wuerl, norte-americano, 72 anos
Gabriel Zubeir Wako, sudanês, 72 anos
Wilfrid Fox Napier, sul-africano, 72 anos
George Pell, australiano, 71 anos
Angelo Scola, italiano, 71 anos
Norberto Rivera Carrera, mexicano, 70 anos
Jorge Liberato Urosa Savino, venezuelano, 70 anos
Rubén Salazar Gómez, colombiano, 70 anos
Giuseppe Bertello, ialiano, 70 anos
Gianfranco Ravasi, italiano, 70 anos
André Vingt-Trois,francês, 70 anos
Oscar Andrés Rodríguez Maradiaga, hondurenho, 70 anos
Angelo Bagnasco, italiano, 70 anos
Domenico Calcagno, italiano, 70 anos
Jean-Louis Tauran, francês, 69 anos
Dominik Duka, tcheco, 69 anos
Crescenzio Sepe, italiano, 69 anos
Giuseppe Versaldi, italiano, 69 anos
Angelo Comastri, italiano, 69 anos
Leonardo Sandri, argentino, 69 anos
Juan Luis Cipriani Thorne, peruano, 69 anos
John Olorunfemi Onaiyekan, nigeriano, 69 anos
Marc Ouellet, canadense, 68 anos
Seán Patrick o’Malley, norte-americano, 68 anos
Polycarp Pengo, tanzaniano, 68 anos
Mauro Piacenza, italiano, 68 anos
Jean-Pierre Ricard, francês, 68 anos
Oswald Gracias, indiano, 68 anos
John Njue, queniano, 68 anos
Christoph Schönborn, austríaco, 68 anos
George Alencherry, inidano, 67 anos
Robert Sarah, guineano, 67 anos
Stanisław Ryłko, polonês, 67 anos
Vinko Puljić, bósnio, 67 anos
Antonio Cañizares Llovera, espanhol, 67 anos
Fernando Filoni, italiano, 66 anos
Thomas Christopher Collins, canadense, 66 anos
Giuseppe Betori, italiano, 66 anos
João Braz de Aviz, brasileiro, 65 anos
Albert Malcolm Ranjith Patabendige Don, cingalês, 65 anos
Raymond Leo Burke, norte-americano, 64 anos
Peter Kodwo Appiah Turkson, ganense, 64 anos
Francisco Robles Ortega, mexicano, 64 anos
Josip Bozanić, croata, 63 anos
Daniel Nicholas Dinardo, norte-americano, 63 anos
Odilo Pedro Scherer, brasileiro, 63 anos
James Michael Harvey, norte-americano, 63 anos
Kazimierz Nycz, polonês, 63 anos
Timothy Michael Dolan, norte-americano, 63 anos
Kurt Koch, suíço, 63 anos
Philippe Barbarin, francês, 62 anos
Péter Erdő, húngaro, 60 anos
Willem Jacobus Eijk, holandês, 59 anos
Reinhard Marx, alemão, 59 anos
Rainer Maria Woelki, alemão, 56 anos
Luis Antonio G. Tagle, filipino, 55 anos
Baselios Cleemis Thottunkal, indiano, 53 anos

Fonte: G1



Da redação do Portal Ecclesia.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

A farra da “padrinhagem” na Igreja Católica

 

Não sei se vocês já perceberam, mas há alguns anos a figura do padrinho é constantemente denegrida por parte dos católicos em nosso país. Para qualquer um, seja católico ou budista, padrinho é sinônimo de camaradagem, coleguismo, estreitamento de vínculos socioafetivos. Estou mentindo? Pois bem, data vênia a qualquer exagero, a situação que conheço não é muito diferente dessa apresentada.
 
 
Em se tratando desse assunto, existem duas palavras-chave que merecem destaque: ignorância e relativismo. A primeira delas não raro pode ser atribuída aos pais das crianças que não entendendo muito bem o propósito do batismo, menos ainda entendem a função dos padrinhos nessa história toda.
 
 
A segunda pode ser facilmente atribuída ao clero que sente pena dos pobres pais e padrinhos por trabalham muito (sic) e não terem tempo de fazer um curso de batismo aprofundado. Outro ponto que contribui para essa situação é a falta de perícia na investigação da vida que o padrinho leva por parte desse mesmo clero. Obviamente quem deveria ser criterioso na escolha do padrinho seriam os próprios pais a quem o direito canônico confere o poder de escolha. Porém aqui eu aplicaria a expressão ecclesia supplet (a Igreja supre) para significar a atenção do clero em relação à escolha do padrinho devido à falta de conhecimento dos pais.
 
 
O direito canônico é claro ao dizer que para ser padrinho é preciso que o candidato “seja católico, confirmado, já tenha recebido o santíssimo sacramento da Eucaristia e leve uma vida de acordo com a fé e o encargo que vai assumir” (Can. 874). Não obstante a clareza da lei, o critério sempre foi o da afinidade (ou pretensão de). Ao padrinho, deve-se enfatizar o que diz a lei da Igreja, “cabe acompanhar o batizando adulto na iniciação cristã e ajudar que o batizado leve uma vida de acordo com o batismo e cumpra com fidelidade as obrigações inerentes” (Can 872).
 
 
Portanto, sejamos claros como o sol como dizia um professor meu, qual o acompanhamento espiritual que uma pessoa que não “leve uma vida de acordo com a fé” poderia dar ao batizado? Levante a mão quem não teve um padrinho que hoje é protestante ou que lê livros da Zíbia Gasparetto ou ainda que participou de uma missa há uns trinta anos atrás; levante a mão ainda se o seu padrinho nunca perguntou se você estava indo à missa, à catequese ou rezando todas as noites. Enfim, esses são alguns poucos exemplos de posturas mais que comuns deste sacramento que se tornou um legítimo”sociocramento” (sacramento social).
 
 
Quando se encontra um padre responsável que nega o apadrinhamento a candidatos incompatíveis com o munus a ser exercido, logo se ouve aquele alarde: rasgam-se as vestes para dizer que a Igreja é muito rígida, que é um absurdo tal mentalidade em pleno século XXI e por aí vai. De duas uma: ou eles desistem do sacramento (afinal aquilo se revela o que realmente é para eles – um ato social) ou procuram um padre dito mais liberal, sem muito legalismo (sic), que resolva tudo com um rápido supletivo catequético.
 
 
O batismo é algo tão sério na Igreja católica que vai muito além do significado – ele é reativo na alma. Em outras palavras, além de significar a adesão formal à Igreja, também lava a alma da mancha do pecado original. Portanto, para que não haja dúvidas quanto à perda da graça divina (mais tarde reconstituída por Cristo), sugiro que todos leiam o capítulo 2 em diante do livro de Gênesis.
 
 
A justificação por meio do batismo é fundamental para que a amizade com Deus seja reconstituída. Portanto, os pais fazem as vezes das crianças na adesão delas à antiga graça perdida pelo pecado original. E onde entram os padrinhos nessa história? A Igreja ensina que o batismo é o primeiro passo e impele à profissão de fé (à adesão à mensagem de Cristo). Nesse contexto os pais vão encaminhar os filhos, como primeiros catequistas, à essa futura profissão de fé e os padrinhos serão cooperadores nessa tarefa.
 
 
 
É verdadeiramente dramático para padres fiéis à doutrina da Igreja terem de fazer acepção de pessoas em vista da consciência turvada de pais e candidatos a padrinhos. Querem elevar à dignidades de tutores da fé homossexuais declarados, casais em adultério, militantes de partidos socialistas, maçons e, pasmem, até mesmo protestantes e toda sorte de sectários religiosos. Muitas vezes os próprios padrinhos nessa situação, muito mais conscientes que os pais, interiormente sabem que não têm condições de assumir essa missão. Porém, à despeito do apelo da consciência, impera sempre a mentalidade do “fica chato dizer não…”.
 
 
Em nenhum momento se pensa em alma, justificação, pecado e redenção por uma razão muito simples: para a grande maioria dos católicos isso não passa de jargão de teólogos e padres. Mas há de se enfatizar que o conhecimento sobre as questões morais e doutrinais que a Igreja ensina a todos e está aí na internet para quem quiser ler, é questão de vida ou morte.
 
 
 Esse conhecimento é subsídio para a vida da alma tanto quanto saber que não deixar água parada na garrafa no quintal é subsídio para a vida do corpo. É de suma importância que os católicos conscientes expliquem tudo isso sem respeito humano por amor a Deus e ao próximo. É triste, mas não surpreendente que farras como a do apadrinhamento irresponsável pode começar aqui e terminar no inferno “onde haverá choro e ranger de dentes” (Mt 13, 50).
 
 

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Livraria da Paróquia

Já se encontram em nossa livraria paroquial os materiais solicitado pelos participantes da formação de catequética ocorrida no final de janeiro.
 
Aproveite o ótimo desconto que estamos oferecendo. Ligue ou venha a nossa secretaria paroquial e adquira o seu material.
 
Ainda temos outros livros como: Sou Católico vivo a minha fé e "História de uma Alma" que narra a biografia espiritual de Santa Teresinha, escrita por ela mesma.
 
Além de terços, medalhas, velas, chaveiros, etc.
 
 
 

A futura residência do Papa Bento XVI.


O mosteiro em que Bento XVI viverá.
 
 
O Papa Bento XVI passará alguns dias em Castel Gandolfo, até que se conclua reforma em mosteiro dentro do Vaticano.
 
 
O Papa Bento XVI residirá no mosteiro Mater Ecclesiae, contruído dentro do Vaticano, em 1992, a pedido do Papa João Paulo II. Após o dia em que deixará o Sólio Pontifício, 28 de fevereiro, Bento XVI passará algum tempo em Castel Gandolfo, até que se conclua a restauração pela qual passa o mosteiro.
 
 
“Quando o Papa se aposentar, vai se mudar primeiro para Castel Gandolfo e, em seguida, após a conclusão das obras de restauração voltará para o Vaticano, para o mosteiro dos jardins do Vaticano”, informou o Pe. Federico Lombardi, porta-voz da Santa Sé. “Não acredito que viverá recluso. Será uma situação sem precedentes, vamos ver como vai se passar… Ele já havia declarado várias vezes a intenção de passar seus últimos anos para escrever e estudar, e imagino que será isso o que ele fará”, acrescentou o porta-voz.
 
 
O mosteiro tem três andares, doze celas minimamente mobiliadas, cozinha, sala, biblioteca e capela. O ambiente de paz e tranquilidade é reforçado por um belo jardim e uma horta, de onde saem os limões, laranjas, pimentões, tomates, abobrinha e couve que abastecem atualmente a cozinha pontifícia.
 
 
O mosteiro Mater Ecclesiae está atualmente vazio, já que as irmãs que nele habitavam se mudaram no fim de novembro, com o ínicio das reformas.
 
 

O SONHO DE DOM BOSCO

 



“Imagine-se no meio de uma enseada, ou melhor, sobre uma rocha isolada, da qual não se divisa nenhum ponto de terra firme, exceto sob os seus pés. Na extensão desse vasto mar, você divisa uma frota incontável de navios de guerra dispostos para a batalha. As proas desse navios são pontiagudas e perfurantes, de forma a perfurar e destroçar completamente tudo contra o que se lançarem. Os navios são armados com canhões, muitos rifles, materiais incendiários e outras armas de fogo de vários tipos, e avançam contra um navio bem maior e mais alto do que o deles; eles tentam atingi-lo com suas proas ou queimá-lo, causar-lhe mal de todas as maneiras possíveis.


Escoltando o majestoso navio plenamente equipado, há um sem-número de barcos menores, que recebem comandos daquele por sinais, reposicionando-se para defenderem-se dos ataques da frota inimiga. Bem no meio dessa imensa extensão marítima, duas poderosas colunas elevam-se, altas, a pequena distância uma da outra. No topo de uma, encontra-se a estátua da Imaculada Virgem Maria, de cujos pés pende um enorme placa com a inscrição: Auxilium Christianorum - Auxílio dos Cristãos; sobre a outra, que é ainda mais alta e maior, há uma enorme Hóstia, de tamanho proporcional ao da coluna; e sob ela, outra placa, com as palavras: Salus Credentium - Salvação dos Fiéis.


O comandante supremo do navio grande é o Sumo Pontífice. Observando a fúria dos inimigos e malfeitores dentre os quais os fiéis se encontram, ele convoca os capitães dos pequenos barcos e ordena um conselho, para juntos decidirem o que fazer.



Todos os capitães vêm a bordo e se reúnem em torno do Papa. Eles iniciam uma conferência, mas nesse meio tempo o vento e as ondas rompem numa grande tempestade, e eles têm de retornar às suas próprias embarcações para salvá-las. Vem, então, uma pequena calmaria; pela segunda vez, o Papa reúne seus capitães em torno de si, enquanto o navio-mãe prossegue em seu curso. Mas a terrível tempestade retorna. O Papa comanda a embarcação e envia todas as suas energias para direcionar seu navio às colunas, de cujos topos pendem muitas âncoras e fortes ganchos ligados a correntes.


Todas as embarcações inimigas mobilizam-se para atacá-lo; elas tentam detê-lo e afundá-lo, de todas as maneiras ao seu alcance: algumas com livros e escritos inflamáveis, de que dispõem em abundância; outras com armas de fogo, com rifles e outras armas. A batalha recrudesce crescentemente. O inimigo ataca de proa violentamente, mas seus esforços provam não ser eficazes. Eles arremetem em vão, e perdem todo o seu esforço e a sua munição; o grande navio segue inabalável e suavemente seu rumo. Às vezes acontece de ser atingido por formidáveis tiros, ele apresentar grandes brechas laterais; Mas assim que o dano acontece, uma brisa gentil sopra das duas colunas, fechando as fissuras e restaurando os estragos imediatamente.


Entrementes, as armas de fogo dos assaltantes são disparadas; rifles e outras armas, bem como as proas se quebram; muitos navios são atingidos e afundam no oceano. Então, os inimigos enfurecidos passam a lutar corpo-a-corpo, com os punhos, tiros à queima-roupa, blasfêmias e maldições. "De súbito, o Papa cai gravemente ferido. Imediatamente, os que estão com ele o ajudam e o levantam. Uma segunda vez, o Papa é atingido; ele cai de novo e morre. Um grito de júbilo e vitória irrompe dentre os inimigos; de seus navios eleva-se uma indizível zombaria.


Mas assim que o Pontífice cai, um outro assume o seu lugar. Os pilotos, tendo-se reunido, elegeram outro tão prontamente que, com a notícia da morte do anterior já se apresentam as boas novas da eleição do sucessor. Os adversários começam a perder a coragem.


O novo Papa, pondo o inimigo em fuga e superando todos os obstáculos, guia o navio diretamente às duas colunas e consegue descansar entre elas. Ele ancora o seu navio à coluna encimada pela Hóstia, prendendo uma corrente leve que sai da proa a uma âncora presa à coluna; uma outra corrente leve presa à popa é atracada a uma âncora que pende da coluna sobre a qual está a Virgem Maria.


Neste ponto, inicia-se uma grande convulsão. Todos os navios que estiveram até então em luta contra o navio do Papa são dispersados; eles se afastam em confusão, colidem e quebram-se em pedaços, uns contra os outros. Alguns afundam e tentam afundar os outros. Muitas das pequenas embarcações que lutaram galantemente pelo Papa correm a prender-se às colunas. Outras, que se haviam mantido à distância, por medo da batalha, observam cautelosamente de longe; assim que os escombros dos navios afundados são dispersados pelos redemoinhos do mar, elas se aventuram a rumar para as duas colunas, e alcançando-as, fazem-se prender aos ganchos que delas pendem, para se porem a salvo, à sombra do navio principal, onde está o Papa. Reina sobre o mar uma grande calma."

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE

Logomarca da JMJ Rio 2013:

um coração no coração de todos

"Fico muito feliz em saber que o logo chegou a lugares que eu nunca poderia imaginar", disse o criador da logomarca da JMJ, Gustavo Huguenin.


Com um ano de lançamento comemorado hoje, 7 de fevereiro, a logomarca da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) já é marca consolidada no Brasil e no mundo. Onde se fala do encontro da juventude com o Papa Bento XVI lá está o coração verde e azul com o Cristo de braços abertos indicando de forma clara a cara do evento de julho deste ano. É difícil encontrar um jovem que se prepara para a Jornada e que ainda não tenha uma camiseta com esse símbolo.

Todos os dias, o Setor de Comunicação do Comitê Organizador Local (COL) recebe diversas fotos de peregrinos e voluntários de diferentes regiões do mundo que vestiram a camisa da JMJ, literalmente.

Criador do logo, Gustavo Huguenin conta que ainda se surpreende com as notícias que recebe sobre a propagação do logo da JMJ Rio 2013. "Fico muito feliz em saber que a logomarca chegou a lugares que eu nunca poderia imaginar, como quando recebi a foto que uma vela que colocaram na Gruta da Anunciação, em Nazaré, com a imagem da logomarca. Os peregrinos que passam por lá acendem a vela e enquanto ela estiver acesa haverá alguém rezando pela JMJ", revela o designer.

Além de divulgar a JMJ Rio 2013, a logomarca contribui diretamente com a construção do evento. Por estarem licenciados, todos os produtos oficiais que trazem a marca tem um valor destinado para cobrir os custos da organização do encontro da juventude com o Bento XVI.

A empresa Angra Marcas, responsável pela administração dos produtos licenciados, enfatiza que ainda há alguns erros na utilização da marca. Produtos não-oficiais são constantemente comercializados e, ao comprá-los, o consumidor favorece uma empresa que utiliza a marca da Jornada para lucrar e não contribui com o evento.

Fonte: Rio 2013


Da redação do Portal Ecclesia.