terça-feira, 11 de novembro de 2014

SANTO DIA: SÃO MARTINHO DE TOURS



Hoje celebramos a memória do Bispo São Martinho, que tornou-se intercessor e modelo de apostolado para todos nós.

Nasceu em 316 na Panônia (atual Hungria), numa família pagã que da parte do pai (oficial do exército romano) fez de Martinho um militar, enquanto o Pai do Céu o estava fazendo cristão, já que começou a fazer o Catecumenato.

Certa vez quando militar, mas ainda não batizado, Martinho partiu em duas partes seu manto para dá-lo a um pobre, e assim Jesus aparece-lhe durante a noite e disse-lhe: “Martinho, principiante na fé, cobriu-me com este manto”. Então este homem de Deus foi batizado e abandonou a vida militar para viver intensamente a vida religiosa e as inspirações do Espírito Santo para sua vida.

Com a direção e ajuda do Bispo Hilário, Martinho tornou-se monge, Diácono, fundador do primeiro mosteiro na França e depois sacerdote que formava os seus “filhos” para a contemplação e ao mesmo tempo para a missão de evangelizar os pagãos; diferenciando-se com isso dos mosteiros do Oriente.

Por ser fiel no pouco, São Martinho recebeu o mais, que veio com a sua Ordenação para Bispo em Tours. Isto não o impediu de fundar ainda muitos outros mosteiros a fim de melhor evangelizar sua Diocese. Entrou no Céu em 397.

São Martinho de Tours, rogai por nós!

FONTE: CANÇÃO NOVA 

domingo, 9 de novembro de 2014

DOMINGO: CELEBRAMOS A BASÍLICA DO LATRÃO



Que nosso coração seja puro e luminoso


“... Não manches tua alma
com as nódoas do pecado...”

A Basílica do Latrão foi “... um dos primeiros templos que os cristãos puderam erguer depois da época das perseguições. Foi consagrada pelo Papa Silvestre no dia 9 de novembro de 324. A festa, que a princípio era celebrada apenas em Roma, passou a ser festa universal no rito romano, em honra dessa Igreja chamada “Mãe e Cabeça de todas as Igrejas de Roma e de todo o mundo” (Urbis et orbis), como sinal de amor e de unidade para com a Cátedra de São Pedro. A história desta Basílica evoca a chegada à fé de milhares de pessoas que ali receberam o Batismo”

Há um Sermão do Bispo São Cesário de Arles (séc. IV), quando da Celebração desta Festa, que se bem acolhido muito nos enriquece na tomada de consciência de nossa condição pecadora e na acolhida da misericórdia e luz divinas que nos purificam e nos iluminam, e também para que nos tornemos menos impuros para acolhida de Deus em nós, uma vez que o Batismo nos torna templos de Deus.

“Celebramos hoje, irmãos diletos, com exultação jubilosa e com a Bênção de Cristo, o natalício deste templo. Nós, porém, é que temos de ser o verdadeiro templo vivo de Deus. Todavia é com muita razão que os povos cristãos observam com fé a solenidade da Igreja-mãe, por quem reconhecem ter nascido espiritualmente. Pois pelo primeiro nascimento éramos vasos da ira de Deus; pelo segundo, foi-nos dado ser vasos da Sua misericórdia. O primeiro nascimento lançou-nos na morte; e o segundo, chamou-nos de novo à vida.
Todos nós, caríssimos, antes do Batismo fomos templos do demônio; depois do Batismo, obtivemos ser templos de Cristo. E se meditarmos com atenção sobre a salvação de nossa alma, reconheceremos que somos o verdadeiro templo vivo de Deus. Deus não habita somente em construções de mão de homem (At 17,24) nem em casa feita de pedras e madeira; mas principalmente na alma feita à imagem de Deus e edificada por mãos deste Artífice. Desse modo pôde São Paulo dizer: O templo de Deus, que sois vós, é santo (1Cor 3,17).

E já que Cristo, quando veio, expulsou o diabo de nossos corações para preparar um templo para Si, quanto pudermos, esforcemo-nos com Seu auxílio para que em nós não sofra injúria por nossas más obras. Pois quem proceder mal, faz injúria a Cristo. Como disse acima, antes que Cristo nos redimisse, éramos casa do diabo; depois foi-nos dado ser casa de Deus. Deus Se dignou fazer de nós Sua casa.

Por isso, diletos, se queremos celebrar na alegria o natalício do templo, não devemos destruir em nós, pelas obras más, os templos vivos de Deus. E falarei de modo que todos compreendam: cada vez que entramos na igreja, queremos encontrá-la tal como devemos dispor nossas almas.

Queres ver bem limpa a Basílica? Não manches tua alma com as nódoas do pecado. Se desejas que a Basílica seja luminosa, também Deus quer que tua alma não esteja em trevas, mas que em nós brilhe a luz das boas obras, como disse o Senhor, e seja glorificado Aquele que está nos céus. Do mesmo modo como tu entras nesta Igreja, assim quer Deus entrar em tua alma, conforme prometeu: E habitarei e andarei entre eles (cf. Lv 26,11.12).”

Que a Oração e a vigilância, a conversão e a penitência nos acompanhem a cada dia para que sejamos pedras vidas na Igreja, tendo Cristo como a Pedra principal, e os Apóstolos como seus fundamentos.

Que esta reflexão nos ajude a sermos uma comunidade eclesial, onde favoreça o encontro pessoal com o Senhor, num processo de formação permanente, para que vivendo a dimensão missionária não nos omitamos no anúncio do Evangelho a todos os povos.

Purifiquemos nosso coração, pois como o próprio Senhor disse no sermão da montanha: “Bem aventurados os puros de coração porque verão a Deus”


Finalizo lembrando um belíssimo canto da Igreja:

“Senhor, quem entrará no Santuário para te louvar?

Quem tem as mãos limpas e o coração puro...”

Autor:  Pe.Otacílio 

sábado, 8 de novembro de 2014

MARIA RENOVA NOSSA ESPERANÇA



A ESPERANÇA


O Catecismo da Igreja Católica nos diz que a esperança “é a virtude teologal pela qual desejamos o Reino dos céus e a vida eterna como nossa felicidade, pondo toda a nossa confiança nas promessas de Cristo e apoiando-nos, não nas nossas forças, mas no socorro da graça do Espírito Santo” (Catecismo da Igreja Católica, 1817).

A esperança é aquela “coisinha de nada” – como a chamaria o poeta Charles Peguy – que conduzida pela fé e pela caridade, nos sustenta em nosso peregrinar para a glória, convidando-nos a não desanimar, mas a cooperar assiduamente com esse dom.

A esperança é como a “âncora da alma”, firme e segura no meio do mar tempestuoso do mundo. É uma arma que nos defende no combate espiritual. É como uma corda firme que nos mantém agarrados a Deus e por meio da qual somos conduzidos por sua graça a avançarmos rumo à santidade.


O fundamento desta virtude é o próprio “Deus da esperança” (Rm 15,13), como O chama São Paulo. Por isso pede que nos “cumule de toda alegria e paz em nossa fé, a fim de que pela ação do Espírito Santo a nossa esperança transborde” (Rm 15,13).

Jesus é nossa esperança. N´Ele Deus realizou suas preciosas e divinas promessas. N´Ele somos chamados a uma vida plena já neste mundo e também na vida eterna.

Somos chamados a viver a esperança em todo o momento, especialmente nos momentos de tribulação. Poderíamos até dizer como São Paulo que “nos gloriamos até das tribulações. Pois sabemos que a tribulação produz a paciência, a paciência prova a fidelidade e a fidelidade, comprovada, produz a esperança. E a esperança não engana. Porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.” (Rm 5, 3-5)

A esperança suscita o ânimo, nos faz tirar forças de nossa fraqueza, buscando-a no Senhor e chamando-O a pôr o máximo esforço de nossa parte para alcançar a meta como que ele nos convida: a felicidade plena.

Maria, mãe da esperança

E diante de tudo isso que falamos sobre a esperança quem melhor que Maria pode nos ensinar a como vivê-la em plenitude? Por isso hoje invocamos a Maria, esperança do povo do Senhor!

Imediatamente passado os dias de dor, tendo visto ser cumprida a promessa do seu Filho de que iria ressuscitar, Ela já aparece no centro da comunidade cristã, no meio daqueles primeiros que deveriam ser testemunhas da esperança. Encontra-se no meio dos discípulos assustados e com muito medo, para atrair novamente o Fogo do Divino Amor, o Espírito Santo.

Maria é, segundo os bispos que se reuniram em Puebla, “presença sacramental dos traços maternais de Deus. É uma realidade tão profundamente humana e santa que desperta nos crentes as preces da ternura, da dor e da esperança.” (Conclusões da III Conferência Geral do Episcopado Latino-americano, 291)

Terminemos nossa Novena recorrendo a Maria, Mãe da esperança, com a confiança de que Ela sempre intercederá ao nosso Filho por nós:

“Maria, Mãe de nossa fé, vós que enfrentastes com Jesus seu sofrimento e sua morte, dai-nos a força da vida nascida em sua ressurreição. Mãe celestial, batemos à porta de vossa misericórdia maternal, porque sois nossa esperança. Senhora Aparecida, esperança nossa, suplicamos vosso favor: Fortalecei nossa vida na procura do Senhor!” (Trecho da oração Por Maria a Jesus, novo dia da Novena, p. 49)


sexta-feira, 7 de novembro de 2014

A VOZ DO PASTOR: SER PADRINHO OU MADRINHA


Ser padrinho ou madrinha de um batizando ou crismando, significa assumir um múnus, ou seja uma missão. Não se trata, portanto, simplesmente de uma função social. “Para que a graça batismal possa desenvolver-se, é importante a ajuda dos pais. Este é também o papel do padrinho ou madrinha, que devem ser cristãos firmes, capazes e prontos a ajudar o novo batizado, criança ou adulto, em sua caminhada na vida cristã. A tarefa deles é uma verdadeira função eclesial (‘Officium”) (Catecismo da Igreja Católica, 1255). 

A Igreja, através do Código de Direito Canônico, indica as intenções e condições para poder assumir tal missão, nos cânones 872-874. Em particular o cânon 874 estabelece as condições (sinequa non) compatíveis com a missão: 1. Seja designado pelo próprio batizando, por seus pais ou por quem lhes faz as vezes, ou, na falta deles, pelo próprio pároco ou ministro, e tenha aptidão e intenção de cumprir este encargo; 2. Tenha completado dezesseis anos de idade, a não ser que outra idade tenha sido determinada pelo bispo diocesano, ou pareça ao pároco ou ministro que se deve admitir uma exceção por justa causa; 3. Seja católico confirmado, já tenha recebido o santíssimo Sacramento da Eucaristia e leve uma vida de acordo com a fé e o encargo que vai assumir; 4. Não se encontre atingido por nenhuma pena canônica legitimamente irrogada ou declarada; 5. Não seja pai ou mãe do batizando. As mesmas condições são exigidas para o padrinho/madrinha do crismando (cf. Can. 893).

Por que este assunto? Primeiramente para que todos saibam que não se trata de uma lei imposta pelo bispo diocesano. Em segundo lugar, para que os pais saibam da importância de escolher os padrinhos para os seus filhos e que os próprios padrinhos e madrinhas tenham consciência daquilo que estão assumindo diante de Deus. O terceiro ponto a considerar é que os católicos são chamados a ter consciência da importância da total Iniciação Cristã (Batismo-Confirmação-Eucaristia) e a catequese ligada a ela que devem receber. Como é possível exercer a missão de padrinho/madrinha que acompanha e incentiva o afilhado(a) na caminhada da Iniciação Cristã, se o próprio “missionário” não foi totalmente iniciado na vida cristã?

Existe um quarto aspecto a considerar: a questão pastoral que surge diante desta realidade. Muitos católicos – porque batizados – são chamados para a missão de padrinho/madrinha. Entretanto, diante das condições necessárias para tal missão não podem ser admitidos, principalmente em virtude das condições exigidas no can. 874 §1 n. 3. A impressão que se tem é que a Igreja está excluindo e rejeitando pessoas. Espero que as explicações acima tenham deixado claro que não se trata de exclusão e rejeição. Por outro lado, esta situação pastoral exige por parte das nossas comunidades católicas a criação de espaços de acolhida e catequese para que estes irmãos e irmãs possam concluir a Iniciação Cristã, serem inseridos na comunidade e estarem aptos para a missão de padrinho/madrinha. Estas disposições canônicas, portanto, nos impelem a uma pastoral verdadeiramente de acolhida (começando pelas secretarias paroquiais) e de evangelização, principalmente com a catequese de adultos. 

Não estamos diante, portanto, de simplesmente cumprir ou não a lei canônica. Estamos diante de um novo desafio pastoral, que exige de nós um novo empenho na evangelização e uma reestruturação da catequese em nossa diocese de Guarulhos.

+Edmilson Amador Caetano, O.Cist.

Bispo diocesano de Guarulhos

SALMO 32: NOSSA CONVERSÃO



Salmo 32(31)


Feliz aquele cuja ofensa é absolvida,
cujo pecado é coberto.
Feliz o homem a quem Javé
Não aponta nenhum delito.

Enquanto me calei,
Os meus ossos consumiam-se,
Rugindo durante todo o dia,
Porque dia e noite a tua mão 
Pesava sobre mim.

O meu coração 
Tornou-se como feixe de palha
Em pleno calor de Verão.


Confessei-Te o meu pecado, 
não Te encobri o meu delito.
Eu disse: «Vou ter com Javé
E confessar a minha culpa!»
E Tu absolveste o meu delito,
Perdoaste o meu pecado.

Por isso, que todo o fiel Te suplique
No tempo de angústia:
Se as águas caudalosas transbordarem,
Jamais te atingirão.
Tu és o meu refúgio,
Tu me libertas da angústia
E me envolves com cantos de libertação.

Vou instruir-te e indicar o caminho a seguir.
Com os olhos sobre ti,
Eu serei o teu conselheiro.
Não sejas como o cavalo ou o jumento,
Que não compreende
Nem rédea nem freio:
Deve-se avançar para os domar
Sem que se aproximem de ti.


Os injustos sofrem muitos tormentos,
Mas o amor envolve
Quem confia em Javé.
Alegrai-vos em Javé, ó justos, e exultai.
Gritai de alegria, todos os de coração reto.

NOSSA IDENTIDADE CRISTÃ




Por uma autêntica Identidade Cristã!
Há textos que são escritos não para um tempo apenas. Há Cartas que se eternizam... Esta é, sem dúvida, uma delas... Uma preciosidade, talvez para a maioria desconhecida. Como cristãos que o somos, ou não, é indispensável a sua leitura.

Creio que neste momento que a Igreja está vivendo, esta Carta vem nos recordar qual a nossa missão, a nossa Identidade, a razão de nosso ser.

Sem nenhuma motivação a mais, leiamos a Carta que foi escrita a Diogneto, no século II.

Diogneto?! Quem é?! O leitor perguntará... Não importa conhecê-lo!

Importa que a acolhamos como “Diognetos” de nosso tempo para que vivamos melhor nosso Batismo, e do mundo, a luz sejamos, da terra o sal, da massa o fermento.

“Os cristãos não se diferenciam dos outros homens nem pela pátria nem pela língua nem por um gênero de vida especial.

De fato, não moram em cidades próprias, nem usam linguagem peculiar, e a sua vida nada tem de extraordinário.

A sua doutrina não procede da imaginação fantasista de espíritos exaltados, nem se apóia em qualquer teoria simplesmente humana, como tantas outras.

Moram em cidades gregas ou bárbaras, conforme as circunstâncias de cada um; seguem os costumes da terra, quer no modo de vestir, quer nos alimentos que tomam, quer em outros usos; mas o seu modo de viver é admirável e passa aos olhos de todos por um prodígio.

Habitam em suas pátrias, mas como de passagem; têm tudo em comum como os outros cidadãos, mas tudo suportam como se não tivessem pátria.

Todo país estrangeiro é sua pátria e toda pátria é para eles terra estrangeira.

Pe. Otacílio 

domingo, 2 de novembro de 2014

CREIO NA RESSURREIÇÃO DA CARNE

“Creio na Ressurreição da carne, creio na vida eterna...”



Ressurreição da carne e vida eterna são os dois últimos artigos de nossa fé, que professamos ao rezar o Credo.

Apresento ao leitor três pequenos textos da Igreja, preciosos para nossa reflexão sobre esta verdade que nos motiva o bom combate da fé, intrépidos e fortalecidos pela força da Oração, nutridos pelo Pão da Palavra e da Eucaristia.

O primeiro é um belíssimo testemunho dos mártires, no contexto de perseguição e martírio que sofreram tantos e tantas, com sangue derramado, vidas ceifadas, mas sempre com a esperança da eternidade. Assumiram o martírio e o viveram não por desgosto, mas pela verdadeira paixão pela vida:

Assim se dirigiram os carrascos aos mártires cristãos, no terceiro século, e de modo especial a Piônio:


− ”Tu és digno de continuar a viver... é tão doce viver e a luz é tão linda”

 Mas ele respondeu:

− “Sim, sei que é bonito viver, mas nós desejamos a verdadeira luz; eu sei que a terra é linda é obra de Deus. Se nós renunciamos a ela não é por desgosto, nem por desprezo, mas porque conhecemos bens melhores”.

O segundo texto, do Bispo São Cirilo de Jerusalém, é sobre a fé na Ressurreição, que não priva o crente de seu empenho moral na história, assim como o compromisso social no tempo presente, mas o impele:

 “A esperança da ressurreição é a raiz de toda boa ação; a espera da retribuição fortalece a alma para o cumprimento do bem. Todo operário está pronto a suportar a fadiga se prevê a recompensa [...]. Cada alma que crê na ressurreição tem cuidado de si mesma, que não crê na ressurreição abandona-se à ruína.

Quem crê que o corpo permanece para a ressurreição cuida desta veste da alma e não a suja com a fornicação. Quem, ao invés, não crê na ressurreição abandona-se à impureza, abusando do próprio corpo como de algo que não lhe pertence.

A fé na ressurreição dos mortos é, portanto, um grande ensinamento e advertência da Igreja Católica, grande e necessário, negado por muitos, embora provado pela verdade. Os gregos o combatem e os hereges o derrubam: a contradição tem várias faces, enquanto a verdade só tem uma”. 

O terceiro é do Bispo Santo Agostinho, que um pouco mais tarde também deixou uma contemplação que nos possibilita ver o céu à luz dos olhos da fé:

“Tem, irmãos, tem o jardim do Senhor não apenas rosas dos mártires, tem também lírios das virgens, heras dos casados, violetas das viúvas. Absolutamente ninguém, irmãos, seja quem for, desespere de sua vocação; por todos morreu Cristo…” .

Que a acolhida destas três reflexões renove em nós a graça batismal, e, assim, vivamos o tempo presente com inadiáveis e santos compromissos com a vida e sua sacralidade
.

Crendo na Ressurreição, empenhemo-nos para que um dia também possamos nos céus, com aqueles que nos antecederam, nos encontrarmos, na plenitude do Amor Trinitário com todos os Anjos e Santos.
Pe. Otacilio