segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Capela Imaculada Conceição

                              
 
 

                
Festa da Imaculada Conceição e inauguração da nova Capela do Santíssimo
 
 










A Denise quase não conseguindo abrir a porta do Santíssimo
 



Nova âmbula no Tabernáculo
 
 


Depois da Missa bolo e festa
 


Deus seja louvado por mais esta conquista. Obrigado aos paroquianos, aos nossos dizimistas e as demais pessoas que fizeram isto acontecer. Deus os recompense.

domingo, 8 de dezembro de 2013

Aniversário da nossa madrinha espiritual


Irmã Silva
(Maria Aparecida Jesus da Silva)
Hoje na Solenidade da Imaculada está irmã da Congregação das Dorotéias completa 83 anos de vida.
Ela é uma das freiras que rezam por nossa paróquia. Rezemos também por ela neste dia tão especial da sua vida.
Ave Maria...


terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Confessar é preciso!

MUTIRÃO DE CONFISSÕES

Dia 04 de dezembro às 20h


Local: Matriz Santa Teresinha
Rua Mazagão, 206 - Cumbica

Contudo, não deixe apenas para se confessar neste dia. Nossos atendimentos paroquiais acontecem nas quartas-feiras logo após a Missa das 15h, nas quintas-feiras das 15h as 17h30 e nos sábados depois da Missa das 08h até as 11h30.

Ato de Contrição

Meu Deus me arrependo de coração de todos os meus pecados e do bem que deixei de fazer. Porque pecando ofendi a Ti, Sumo Bem, que mereceis ser amado sobre todas as coisas. Proponho firmemente, com a ajuda de tua Graça, fazer penitência não pecar mais e evitar todas as ocasiões de pecado. Pelos méritos da Paixão de Nosso Salvador Jesus Cristo, Senhor, tem misericórdia de mim.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

NOVOS COROINHAS

Adriana dando os últimos detalhes antes de deixar a função.

 os coroinhas que já atuam na paróquia
 

Willian proclama a leitura em seu último dia como coroinha
 

 Bênção e vestição das túnicas de coroinha


 Coroinhas em atitude de adoração durante a Consagração
 
 Clebeton Jr. novo coordenador de coroinhas abraça a coordenadora emérita
 
 Irmã Virginia  de Ilhéus em visita a nossa Paróquia.
 
 Padres com os coroinhas eméritos
 
Padres ladeados pelo novo coordenador paroquial dos coroinhas e a coordenadora emérita
 
 
Agradecimento ao Fotógrafo Luiz Trabuco que nos cedeu as fotos para este blog, jornal e face. 

sábado, 30 de novembro de 2013

Liturgia


REPOUSO E NÃO ESTRESSE


Hoje em dia muitas celebrações litúrgicas, em vez de levarem ao repouso, conduzem a um verdadeiro cansaço, um perigoso estresse. Uma senhora me dizia, em Goiânia, que na terra onde mora, perto de Belém do Pará, as Missas estão se tornando insuportáveis devido ao estrépito, à barulheira do canto, dos conjuntos musicais, além de comentários intermináveis e avisos que não terminam. Às vezes, ainda consegue levar o marido à Missa, diz ela, mas a certa altura ele diz: "Mulher, não aguento mais, vou embora". De fato, levanta-se e se retira.
 
Ora, a sagrada Liturgia não constitui um espetáculo. Toda a assembleia celebrante brinca diante de Deus e em Deus. A Liturgia não é conquista humana. Não é eficaz pela força das palavras como se fosse uma conquista. É obra de Deus, puro dom divino, Deus mesmo a ser acolhido. A Liturgia leva a assembleia ao repouso em Deus e não ao cansaço, ao estresse do esgotamento físico e psíquico.

 Na ação litúrgica já participamos do "repouso" prometido por Deus a seu povo (cf. Sl 94). Ela conduz à tranquilidade, ao descanso, ao sossego da comunhão de vida e do amor com Deus e em Deus. Seu desenrolar aos poucos vai aquietando os corações dos que chegam à assembleia celebrante cheios de tensões causadas pela vida agitada, pelas preocupações do dia a dia. Aos poucos, na escuta da Palavra de Deus, o coração se deixa reconciliar, estabelece-se novamente a harmonia com Deus, com o próximo e com toda a criação. Os participantes acolhem a Palavra e a deixam aninhar-se no seu coração. Todos vão se deixando enlevar pelo ritmo dos diversos ritos, que estabelecem o clima de oração, melhor, que constituem oração, relação efetiva e afetiva com Deus por Cristo e em Cristo Jesus.


 Por isso, as nossas celebrações devem voltar a ser mais contemplativas dos mistérios de Cristo que se tornam presentes, onde entrará sobretudo a linguagem da escuta atenta, da acolhida, da contemplação, dos ritos em si mesmos, inclusive, do silêncio.

 A celebração cristã não pode estar repleta de estímulos externos, de estrépito, de barulho, repleta de ruídos. Evitar-se-ão toda surpresa, toda quebra do ritmo do rito, toda interrupção do fluir da relação orante com Deus através de todas as faculdades e todos os sentidos, embalada pelo ritmo do rito. A palavra, o som, o canto e a música constituem apenas um aspecto da participação ativa. É um desastre quando o som da palavra e da música se torna atordoante e ensurdecedor. Isto não leva ao repouso em Deus, mas a maior tensão, ao estresse. As pessoas deixam a celebração mais tensas do que quando chegaram.

 Diria que a participação ativa é antes uma acolhida passiva do dom de Deus, do próprio Deus no coração, deixando-se envolver por Deus, revestir-se de Deus, fazendo sua a glorificação prestada por Jesus Cristo ao Pai. Deus não se agrada com um culto de multiplicação de palavras. Compraz-se com um coração contrito e humilhado.

 

Toda celebração litúrgica, particularmente a Eucaristia, possui uma dinâmica interna. O início pode ser mais vivo para despertar e motivar a celebração.
 
Aos poucos, porém, a partir da escuta e da contemplação dos mistérios, brota a resposta orante de admiração, de adoração, de louvor, de ação de graças. Comer e beber juntos exige tranquilidade, sossego, satisfação, plenitude.
 
Assim, toda a assembleia flui para o repouso, a comunhão, a linguagem do coração, a linguagem do esposo e da esposa, para o silêncio profundo da satisfação em Deus.
 
Acontece, então, a reconciliação total, o descanso, o repouso em Deus. O coração e a alma se retemperam em Deus, se fortalecem com o dom de Deus. Assim, reconciliadas, as pessoas podem retornar à luta do dia-a-dia.

Frei Alberto Beckhäuser, OFM

O Sacramento da Crisma

 




Crisma é o Sacramento que confere os Dons do Espírito Santo, conduzindo o fiel ao caminho da perfeição cristã. Representa como que a passagem da infância para a fase adulta: é o Sacramento da maturidade cristã. Podemos então dizer que a Crisma é o Sacramento da Confirmação do Batismo. A palavra Crisma vem do grego e significa óleo da unção. O termo, no feminino (a Crisma), refere-se ao Sacramento, e no masculino (o Crisma), refere-se ao óleo de ungir. Ungir é untar a fronte do crismando com o óleo próprio, em cruz. O óleo usado na cerimônia da Crisma é consagrado na Missa da Quinta-Feira Santa.

A Crisma é a Confirmação do Batismo porque fortalece a Graça que este nos confere: se o Batismo nos imerge no Espírito Santo, a Crisma deve nos tornar “fortes e robustos” no mesmo Espírito. Ao atingir a maturidade na fé, por sua própria decisão e convicção, o cristão escolhe confirmar a sua condição de filho de Deus, cristão batizado e membro do Corpo Místico de Cristo neste mundo, a Santa Igreja.

Três passos são necessários à administração da Crisma: a imposição das mãos sobre a cabeça do crismando; a unção com o óleo na fronte; as palavra do Bispo: “Recebe por este sinal o Espírito Santo, Dom de Deus”, ao que o crismando responde: “Amém”.

É o Bispo quem ministra o Sacramento da Crisma, mas em sua ausência pode delegar essa missão a um padre. Durante a celebração, o Bispo suplica os Dons do Espírito Santo na seguinte oração: “Deus Todo-Poderoso, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, pela água e pelo Espírito Santo destes uma vida nova a estes vossos servos, libertando-os do pecado, enviai sobre eles o Espírito Santo Paráclito; dai-lhes, Senhor, o Espírito de sabedoria e de inteligência, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de ciência e de piedade, e enchei-os do Espírito do vosso temor.”

Por que receber a Crisma? - Porque é o Sacramento que faz o autêntico cristão. Ser cristão é comprometer-se com o Evangelho, ser coerente ao com-promisso assumido. A Crisma nos torna soldados de Cristo, é o Sacramento da maturidade na Fé, da responsabilidade.

As Escrituras revelam que o Espírito Santo leva a vida humana à sua plenitude, Vontade do Pai para nós. A Confirmação nos dá, pois, o Espírito Santo para levarmos até a perfeição o que recebemos no Batismo.

A Crisma expressa o aspecto dinâmico, ativo e evolutivo da vida cristã. Uma coisa é ser cristão simplesmente, outra é chegar à plenitude da santidade. Evoluir, neste caso, é crescer na vida iniciada no Batismo: um processo contínuo que dura até o fim desta vida. Não podemos permanecer “semente”; é preciso que a semente germine, cresça e dê frutos.


Os 7 Dons do Espírito Santo:
Sabedoria - Não sabedoria do mundo, mas aquela que nos faz reconhecer e buscar a Verdade, que é Deus, Fonte da Sabedoria. Verdade que encontramos na Bíblia e na orientação da Igreja.

Entendimento - Dom que nos faz aceitar as verdades reveladas por Deus.

Conselho - É a luz para distinguir o certo do errado, o verdadeiro do falso, e assim orientarmos acertadamente a nossa vida, e as vidas daqueles que precisam de um conselho nosso.

Ciência - Não é a ciência do mundo, mas a ciência do Sagrado, das coisas de Deus. Ciência da Verdade e da Vida. Por esse Dom, o Espírito Santo nos indi-ca o caminho a seguir na realização da nossa verdadeira vocação.

Fortaleza - É o Dom da coragem para viver fielmente a fé no dia-a-dia, até mesmo no martírio, se for preciso.

Piedade - É o dom pelo qual o Espírito Santo nos dá o gosto de amar e servir a Deus com alegria. Nesse dom nos é dado o sabor das coisas de Deus.

Temor de Deus - Não é medo de Deus: “O Perfeito Amor lança fora o medo; quem tem medo não é perfeito no Amor” (Jo 4, 18). Significa viver o Amor sincero por Deus, tão grande que queima o coração de respeito e sincera devoção pelo Criador. Não é pavor da Justiça Divina, é zelo em agradar a Deus.


A Crisma na prática
Quem pode receber a Confirmação? Todo batizado pode receber este Sa-cramento (Cân. 889, §1) uma vez. Para recebê-la licitamente é necessário estar devidamente preparado, disposto e em condições de renovar as promessas do Batismo (Cân. 889, §2). Como regra geral, a idade mínima é de 14 anos. O candidato à Confirmação deve professar a fé, estar em estado de graça (confessar antes), ter a intenção de receber o Sacramento e estar preparado para ser discípulo e testemunha de Cristo, na comunidade eclesial e nas ocupações temporais (CIC §1319).

Padrinho/Madrinha: não podem ser os pais do crismando (Cân. 893 e 874). Precisa ser católico, confirmado, ter recebido o Santíssimo Sacramento da Eucaristia e estar disposto a orientar sua vida de acordo com a fé e o encargo que vai assumir (Cân. 874, §1). Precisa ter dezesseis anos completos, a não ser que outra idade seja determinada pelo Bispo diocesano (Cân. 874, §1). É desaconselhável escolher como padrinho o esposo(a), namorado(a) ou noivo(a). Alguém de outra religião pode ser admitido como testemunha da confirmação, ao lado de um padrinho católico.

Preparação: Após a primeira Eucaristia, o adolescente deve participar de encontros de perseverança e atividades paroquiais próprias para sua idade, dando continuidade ao processo de formação na Fé. Os padrinhos e pais devem acompanhar a formação do crismando, e participar dos encontros e palestras promovidas pela Igreja, sobre temas bíblicos, morais, doutrinários e litúrgicos.

Quanto ao conteúdo e métodos de preparação, recomendamos as publicações “Orientações para Catequese da Crisma” (1991) e “Fortalecidos no Espírito” (1998), da CNBB. A preparação deve ter a duração de ao menos um ano, com encontros de evangelização e formação na fé, bem como a participação nas celebrações da comunidade.

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Fontes e referência bibliográfica:
ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO. Diretório dos Sacramentos da Arquidiocese de São Paulo. São Paulo: Paulinas, 1982.
PEREIRA, Leonardo Tarcísio Gonçalves, Pe. Tocar o Senhor. São Paulo: Loyola, 10ª ed., 2004, pp. 57-59.
COSTA, Henrique Soares da, Pe. O Sacramento do Batismo. Disp. em: . Acesso: 19 abr. 2012.