sábado, 2 de junho de 2012

JMJ - praia de Copacabana e base aérea de Santa Cruz

A praia de Copacabana (zona sul) e a base aérea de Santa Cruz (zona oeste) são os locais escolhidos pelo Vaticano para os mais importantes momentos da Jornada Mudial da Junventude (JMJ) Rio 2013, que ocorrerá entre os dias 23 e 28 de julho do próximo ano.

Em Copacabana serão realizadas a abertura da JMJ Rio 2013, a Via-Sacra, e também será o local de recepção do papa Bento XVI, momento em que o pontícife se encontrará com os milhões de jovens de todo o mundo.

Na Base Aérea de Santa Cruz acontecerá o encerramento da JMJ Rio 2013, com a Vigília dos Jovens e a Missa de Envio.

“A programação do Papa só será decidida no final do ano. O Papa costuma participar de todas as estações da Via-Sacra, mas isso só poderemos afirmar no final do ano”, ponderou o Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta.

Dois lugares marcantes, de acordo com Dom Orani: “a Base Aérea tem o nome da Terra de Santa Cruz, nome que o Brasil levou desde o início. Lá também está uma cruz antiga trazida pelos jesuítas que marca o trabalho de evangelização do Rio de Janeiro. Já Copacabana leva esse nome por causa de Nossa Senhora de Copacabana. Então, teremos Maria ao pé da Cruz – recordando bem todo o mistério de salvação”.

Fonte: Site da CNBB

Família, lugar, fé, esperança e caridade

Em nossos dias, num mundo que se tornou estranho e até hostil à fé, as famílias cristãs são de importância primordial. O lar cristão é o lugar em que os filhos recebem o primeiro anúncio da fé. Por isso, o Concílio Vaticano II chama a família, usando uma antiga expressão, de “Igreja doméstica”. É no seio da família que os pais são para os filhos, pela palavra e pelo exemplo, os primeiros mestres da fé.

Sabemos que o lar é a primeira escola do mundo e da vida cristã. É uma escola de enriquecimento humano.

Segundo o Catecismo da Igreja Católica, “a família cristã é uma comunhão de pessoas, vestígio e imagem da comunhão do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. (cf. n. 2205).

Deus quis que a atividade educadora e criadora da família fosse o reflexo de da obra. O casal que constitui uma família está participando com o Pai na criação do mundo.

A família é a célula originária da vida social. É a sociedade natural na qual o homem e a mulher são chamados ao dom de si no amor e no dom da vida.

Podemos perceber, ao refletir sobre tudo isto, que a vivência do amor, da justiça, da solidariedade nasce na família para, depois, se expandir para toda uma sociedade.

Para seguir o projeto de Deus e, consequentemente, para vivermos a felicidade em plenitude, é preciso, aqui na terra, aqui neste mundo que tanto tenta destruir a família, é preciso que saibamos defendê-la, porque ela é o esteio da sociedade e é nela que podemos cultivar, desde a mais tenra infância, a fé, a esperança e a caridade, virtudes que farão deste mundo um mundo melhor e que, com toda a certeza, nos levarão à glória do Pai.
 
Por: DOM EURICO DOS SANTOS VELOSO
ARCEBISPO EMÉRITO DE JUIZ DE FORA, MG.

Nos preparando para o II Congresso Eucarístico

Presente no seu Esplendor, a Eucaristia!



A Paz de Nosso Grande Deus, inunde o coração de Cada um nesta manhã !

Quero hoje, fazer reflexão, sobre um trecho do Livro O diálogo de Santa Catarina de Sena, onde Deus a explica a existência real de Jesus na Eucaristia, Vejamos:


Afirmei, que o corpo de meu Filho é um Sol. Um Sol indivisivel : Onde está o corpo, aí se encontra o sangue; onde estão o corpo e o sangue, aí se acha a alma de Cristo; e onde estão o Corpo e a Alma, aí se encontra a divindade.
A Natureza divina de Cristo jamais abandonou a natureza humana; nem a morte os separou. Desse modo, é toda a essência divina que recebeis nesse dulcíssimo sacramento, sob as espécies do Pão. Como o Sol não pode ser desintegrado, da mesma forma não divide Todo-homem e Todo-Deus na brancura da hóstia.
 
 
Suponhamos que a partícula seja subdividida; mesmo que se obtenham milhões de pedacinhos, em cada um deles está o Todo-Homem e Todo-Deus. Como acontece num espelho quebrado, no qual a imagem quebrada se mostra inteira, assim o Todo-homem e o Todo-Deus está em cada parte da Hóstia". (O Diálogo, Santa Catarina de Sena, Página 230, Nº 28.1.1)


 
Querido Irmão, belíssimo trecho que Cristo, Nosso Senhor, nos dá nessa manhã. Ele vem nos mostra sua autenticidade na Hóstia Consagrada. Deus mostra a Santa Catarina, a grandiosidade de Cristo na Eucaristia. Deus diz : " Afirmei que o Corpo de Meu Filho é um Sol", observe que comparação Deus faz de seu filho.
Um Sol, porque um sol? Jesus se resplandece em seu corpo, como o brilho do Sol na Terra, o Brilho que Cristo emana da Hóstia, é o mais forte Brilho existente na face da Terra. Deus Continua: "Um Sol indivisivel" Jesus jamais se divide, ele é por inteiro vivo , no Corpo e no Sangue, Jesus vivo, presente, real.
E o Mais Lindo é que Deus nos mostra como se Dá, a alma e a divindade de Seu Filho. Pois onde estão presente o Corpo e o Sangue de Cristo , aí se encontra a alma do Salvador, e onde se encontram o Corpo e Alma, aí se dá a Divindade do Redentor.
É lindo analisarmos essas sublimes palavras, pois Deus se dá por inteiro no Pão, e se faz um conosco na comunhão, ele está por inteiro dentro do nosso Coração. Ao comungar Jesus Lembre-se que você comunga Deus por inteiro, na sua divindade, no seu esplendor,na ápice de sua glória, tudo por amor de ti, tudo por misericórdia dos Nossos Pecados.

Quero apenas relembrar, quantos sacrilégios,são cometidos contra o Corpo de Cristo, por acharem que aqueles micro fragmentos não são Cristo. Deus nos ensina, neste momento que mesmo que seja subdivido em milhões de Partículas, em cada uma está Cristo Vivo, por Inteiro, Todo-homem e Todo-Deus.
Precisamos entoar a nossa voz, e mostrar ao mundo que Cristo Vive, e Reina , está presente na Eucaristia, por amor de nós, e Deus nos convida a fazer de Jesus Sol que ilumina a nossa vida, por todos os caminhos em passarmos. Jesus é o Senhor, Adoremos o Santissimo Sacramento em seu Corpo, Sangue , Alma e Divindade.

Seja Altar Verdadeiro, pois ao comungar , você comunga o Todo-homem e o Todo-Deus. Jesus Cristo!



Deus abençoe!


sexta-feira, 1 de junho de 2012

Educação dos filhos

Dez maneiras fáceis de como criar deliquentes

1 -   Comece na infância a dar a seu filho tudo o que ele quiser. Assim, quando crescer, ele acreditará que o mundo tem obrigação de lhe dar tudo o que deseja.

2  -  Quando ele disser nomes feios (aqueles palavrões horrorosos que muitas vezes ele aprende em casa), ache graça. Isso o fará considerar-se interessante.

3  -   Nunca lhe dê orientação religiosa. Nunca leve sua criança para Igreja e nem ensine a rezar desde cedo. Espere que aos 18 anos decida o que ele (a) quer, "decida por si mesmo (a)".

4  -  Apanhe tudo o que ele (a) deixar jogado: sapatos, roupas, brinquedos, copos, etc. Faça tudo por ele (a), para que aprenda a jogar sobre os outros toda a responsabilidade.

5 -  Discuta com frequencia na presença dele (a). Assim não ficará muito chocado (a) quando o lar se desfizer mais tarde.

6  -  Dê-lhe todo o dinheiro que ele (a) quiser. Nunca o (a) deixe ganhar seu próprio dinheiro. Por que ele (a) tera de passar pelas mesmas dificuldades pelas quais você passou. (Sucesso só vem antes de trabalho no dicionário. Nada é facil pra ninguém).

7  -  Satisfaça toso os seus desejos de comida, bebida, e conforto. Negar pode acarretar frustações prejudiciais, a criança poderá ficar traumatizada. (Quantos nãos você já recebeu da vida?)

8  -  Tome partido dele (a) contra os vizinhos, professores, policiais e ainda diga que todos têm má vontade com a sua criança.

9  -  Quando se meter em alguma encrenca séria, dê esta desculpa: "Nunca consegui dominá-lo (a)", ou ainda a mais clássica: "Ó meu Deus, onde foi que eu errei". Risos cuidado com as respostas que vai ouvir.

10  -  Prepare-se para uma vida de desgosto. É o seu merecido destino.

Quem ama, educa. Quem ama aprende a dizer não na hora certa. Quem ama de verdade, oferece o melhor para sua criança, oferece Deus!

Você está amando realmente a sua criança?
 




Jesus manso e humilde de Coração,
fazei o nosso coração semelhante ao Vosso.

Nos preparando para o II Congresso Eucarístico Paroquial



Está Cristo presente na Eucaristia?

São vários os caminhos pelos quais podemos nos aproximar do Senhor Jesus e assim viver uma existência realmente cristã, quer dizer, segundo a medida do próprio Cristo, de tal maneira que seja Ele mesmo quem vive em nós (ver Gl 2,20). Uma vez ascendido aos céus o Senhor nos deixou seu Espírito.


Por sua promessa é segura sua presença até o fim do mundo (ver Mt 28, 20). Jesus Cristo se faz realmente presente em sua Igreja não somente através da Sagrada Escritura, mas também, e de maneira mais excelsa, na Eucaristia.
 


O que quer dizer Jesus com "vinde a mim"?

Ele mesmo nos revela o mistério mais adiante: "Eu sou o pão da vida. O que vem a mim, não sentirá fome, o que crê em mim nunca terá sede" (Jo 6,35). Jesus nos convida a alimentar-nos d'Ele. É na Eucaristia onde nos alimentamos do Pão da Vida que é o próprio Senhor Jesus.

Não está Cristo falando de forma simbólica?

Cristo, argumenta-se, poderia estar falando simbolicamente. Ele disse: "Eu sou a videira" e Ele não é uma videira; "Eu sou a porta" e Cristo não é uma porta.

Mas o contexto no qual o Senhor Jesus afirma que Ele é o pão da vida não é simbólico ou alegórico, mas doutrinal. É um diálogo com perguntas e respostas como Jesus costuma fazer ao expor uma doutrina.

Às perguntas e objeções que lhe são feitas pelos judeus no Capítulo 6 de São João, Jesus Cristo responde reafirmando o sentido imediato de suas palavras. Quanto mais rejeição e oposição encontra, mais Cristo insiste no sentido único das palavras: "Minha carne é verdadeiramente uma comida e meu sangue é verdadeiramente uma bebida" (v.55).

 Isto faz com que os discípulos o abandonem (v.66). E Jesus Cristo não tenta retê-los tratando de explicar-lhes que o que acaba de dizer-lhes é tão somente uma parábola. Pelo contrário, interroga a seus próprios apóstolos: "Não quereis também vós partir?". E Pedro responde: "Senhor, a quem iremos? Só tu tens palavras de vida eterna." (v.67-68).

 Os Apóstolos entenderam o sentido imediato das palavras de Jesus na última ceia. "Tomou o pão...e disse: "Tomai e comei, este é o meu corpo". (Lc 22,19). E eles ao invés de dizer-lhe: "explica-nos esta parábola, "tomaram e comeram, quer dizer, aceitaram o sentido imediato das palavras. Jesus não disse "Tomai e comei, isto é como se fosse meu corpo... é um símbolo de meu sangue".

 Alguém poderia objetar que as palavras de Jesus "fazei isto em memória de mim" não indicam mais que esse gesto deveria ser feito no futuro como uma simples recordação, um fazer memória com qualquer um de nós pode recordar algum fato de seu passado e, deste modo, "trazer ao presente".

 Entretanto não é assim, porque memória, anamnese ou memorial, no sentido empregado na Sagrada Escritura, não é somente a lembrança dos acontecimentos do passado, mas a proclamação das maravilhas que Deus realizou em favor dos homens. Na celebração litúrgica, estes acontecimentos se fazem, de certa maneira, presentes e atuais.

 Assim, pois, quando a Igreja celebra a Eucaristia, faz memória da Páscoa de Cristo e esta se faz presente: o sacrifício que Cristo ofereceu de uma vez para sempre na cruz permanece sempre atual (ver Hb 7,25-27). Por isso a Eucaristia é um sacrifício (ver Catecismo da Igreja Católica n. 1363-1365).

 São Paulo expõe a fé da Igreja no mesmo sentido: "O cálice de benção que abençoamos não é comunhão com o sangue de Cristo? O pão que partimos não é comunhão com o corpo de Cristo?" (1Cor 10,16). A comunidade cristã primitiva, os próprios testemunhas da última ceia , quer dizer, os Apóstolos, não teriam permitido que Paulo transmitisse uma interpretação falsa desse acontecimento.

 Os primeiros cristãos acusam os docetas (aqueles que afirmavam que o corpo de Cristo não era mais que uma aparência) de não crer na presença de Cristo na Eucaristia: "Se abstêm da Eucaristia, porque não confessam que é a carne de nosso salvador". Santo Inácio de Antioquia (Esmir VII).

 Finalmente, se fosse simbólico quando Jesus afirma: "O que come minha carne e bebe o meu sangue..." então também seria simbólico quando acrescenta: "...tem vida eterna e eu o ressuscitarei no último dia" (Jo 6,54).

 Por acaso a ressurreição é simbólica? Por acaso a vida eterna é simbólica?
 
Tudo, portanto, favorece a interpretação literal ou imediata e não simbólica do discurso. Não é correto, pois, afirmar que a Escritura deve ser interpretada literalmente e, por sua vez, fazer uma arbitrária e brusca exceção nesta passagem.


Se a Missa rememora o sacrifício de Jesus, Cristo volta a padecer o Calvário em cada Missa?

 A carta aos Hebreus diz: "Mas Ele possui um sacerdócio perpétuo, porque permanece para sempre...Assim é o sacerdote que nos convinha: santo inocente...que não tem necessidade de oferecer sacrifícios cada dia...Nós somos santificados, mediante uma só oblação pelos pecados." (Hb 7, 26-28 e 10, 14-18).

A Igreja ensina que a Missa é um sacrifício, mas não como acontecimento histórico e visível, mas como sacramento e, portanto, é incruento, quer dizer, sem dor nem derramamento de sangue (ver Catecismo da Igreja Católica n. 1367).

 Portanto, na Missa Jesus Cristo não sofre uma "nova agonia", mas que é a oblação amorosa do Filho ao Pai, "pelo qual Deus é perfeitamente glorificado e os homens são santificados" (CVII. Sacrosanctum Concilium n. 7).

 O sacrifício da Missa não acrescenta nada ao Sacrifício da Cruz nem o repete, mas o "representa", no sentido de que "o faz presente" sacramentalmente em nossos altares, o mesmo e único sacrifício do Calvário (ver Catecismo da Igreja Católica n. 1366; Paulo VI, Credo do Povo de Deus n. 24).

 O texto de Hebreus 7,27 não diz que o sacrifício de Cristo o realizou "de uma só vez e já se acabou", mas "de uma vez para sempre". Isto quer dizer que o único sacrifício de Cristo permanece para sempre (ver Catecismo da Igreja Católica n. 1364). Por isso diz o Concílio: "Nosso Salvador, na última ceia, ...instituiu o sacrifício eucarístico de seu corpo e sangue, com o qual ia perpetuar pelos séculos, até a sua volta, o sacrifício da cruz" (ver Concílio Vaticano II, Sacrosanctum Concilium n.47).

Portanto, o sacrifício da Missa não é uma repetição mas uma re-apresentação e renovação do único e perfeito sacrifício da cruz pelo qual fomos reconciliados.


Fonte: http://www.acidigital.com

De Pedro para nós: inteções do Papa para o mês de junho

A intenção geral do Apostolado da Oração do Papa Bento XVI para o mês de junho foi anunciada pelo Vaticano. A intenção a ser colocada nas orações é para que “os crentes saibam reconhecer na eucaristia a presença viva do ressucitado que os acompanha na vida cotidiana”.

A intenção missionária do Papa para este mês é um pedido a Deus para que os cristãos na Europa redescubram a própria identidade e participem com maior empenho no anúncio do Evangelho.

Foi divuldada também a agenda de Sua Santidade. Dentro da programação do Papa encontra-se, já para o próximo dia 7 de junho, solenidade do Santissimo Corpo e Sangue de Cristo, o Papa Bento XVI estará na Basílica de São João de Latrão, Catedral de Roma, onde presidirá solene Eucaristia.

Em seguida, o Santo Padre conduzirá a procissão eucarística que passará pela Via Merulana até a Basílica de Santa Maria Maior.

Participarão da procissão os Cavaleiros do Santo Sepulcro, confraternidades, associações eucarísticas, religiosos, religiosas, crianças da primeira comunhão, seminaristas, sacerdotes, prelados de sua santidade, bispos, arcebispos e cardeais, assim como fiéis das paróquias, associações e movimentos.